Mulher é expulsa de tribunal após gritar que Johnny Depp é pai do filho dela: “Nossas almas estão conectadas!”

A mãe foi escoltada do tribunal onde acontecia a audiência de Johnny Depp e Amber Heard. A ex-mulher do ator processa ele por violência doméstica

Resumo da Notícia

  • Uma mulher vai até tribunal e diz que Johnny Depp é o pai do filho dela
  • A mãe foi escoltada do tribunal onde acontecia a audiência de Johnny Depp e Amber Heard
  • A ex-mulher do ator processa ele por violência doméstica

Uma mulher foi retirada e escoltada do tribunal onde acontecia a audiência de Johnny Depp e da ex-mulher, Amber Heard, na última segunda feira, 23 de maio, isto porque ela gritava na frente do local que o bebê que ela estava no colo, era filho do ator de Hollywood. Segundo a Angenette Levy, apresentadora do Law&Crime Network – que estava fazendo a cobertura do julgamento – a mulher dizia: “Johnny, eu te amo! Nossas almas estão conectadas! Este bebê é seu”.

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Acusado de violência doméstica, Johnny Depp aparece em vídeo batendo portas da cozinha (Foto: Reprodução YouTube)

Após, a mulher foi escoltada do tribunal. Segundo a apresentadora, mesmo que a juíza não estivesse no tribunal, o comportamento não era tolerado. O ex-casal, Amber e Johnny, estão nas audiências desde o mês passado, pois o ator entrou com um processo em cima da ex-mulher por difamação, depois que ela publicou um artigo dizendo que foi vítima de abuso doméstico quando casada. E Amber está processando o ator por conta dos abusos.

O que é violência doméstica?

Diferente do que muita gente pensa, violência doméstica não se resume só à agressão física. Qualquer atitude que cause morte, lesão, sofrimento psicológico ou sexual, dano moral ou patrimonial também é considerada violência doméstica.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil ocupa o 5º lugar no ranking de violência contra as mulheres. E esse é um problema que não distingue classe social, raça, etnia ou religião: qualquer mulher, em algum momento da vida, pode se tornar uma vítima. Hoje, a Lei Maria da Penha protege todas as pessoas que se identifiquem com o gênero feminino e tenham sofrido algum tipo de violência de familiares ou de amigos que convivam na mesma casa.

(Foto: Reprodução/Instagram johnnydeppofficial)

Tipos de violência contra a mulher

  • Violência física: atos violentos nos quais se fez uso da força física com o objetivo de ferir, lesar e provocar dor ou sofrimento. Nessa categoria estão desde as lesões leves, como eritemas (vermelhidão ocasionados por tapas, por exemplo), até as tentativas de homicídio e homicídios consumados.
  • Violência sexual: “Todo ato sexual, tentativa de consumar um ato sexual ou insinuações sexuais indesejadas; ou ações para comercializar ou usar de qualquer outro modo a sexualidade de uma pessoa por meio da coerção por outra pessoa, independentemente da relação desta com a vítima, em qualquer âmbito, incluindo o lar e o local de trabalho”, segundo a OMS.
  • Violência psicológica: corresponde ao dano emocional e à diminuição da autoestima. Temos como exemplo ameaças, constrangimento, humilhação, manipulação distorção de fatos, perseguição, insultos, entre outros.
  • Violência patrimonial: é a retenção, subtração ou destruição parcial ou total de objetos e documentos, instrumentos de trabalho, bens, recursos, etc.
  • Violência moral: conduta considerada como difamação, calúnia ou injúria, como acusar de traição, expor a vida íntima, rebaixar a mulher, críticas mentirosas e desvalorizar a vítima.