Mulher é presa após tentar vender filha de apenas 1 ano na internet

A mãe anunciou a venda da filha nas redes sociais. Os autores do crime foram pegos em flagrante tentando levar a criança ao Rio de Janeiro

Resumo da Notícia

  • Uma mulher foi presa após tentar vender filha de apenas 1 ano
  • Os autores do crime foram pegos em flagrante tentando levar a criança ao Rio de Janeiro
  • A polícia informou que as investigações já começaram e seguem até o esclarecimento dos fatos.

De acordo com informações do portal jornalístico LeiaJa, uma mulher de 20 anos foi presa após negociar vender a própria filha, de apenas 1 anos, pela internet. Os interessados pela criança, um homem de 56 anos e uma mulher de 48 anos, também foram detidos. O caso aconteceu em Gravatá, no Agreste de Pernambuco. De acordo com a Polícia Civil, a criança e os suspeitos foram abordados na última quinta-feira, 26 de maio.

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Dentro de um carro, todos eles foram encontrados levando a menor de idade ao Rio de Janeiro, cidade do casal que iria ficar com a criança.

A criança seria direcionada à cidade do Rio de Janeiro
A criança seria direcionada à cidade do Rio de Janeiro (Foto: Getty Images)

Todos os autores do crime foram direcionados à delegacia de Gravatá, onde prestaram os devidos esclarecimentos. A polícia ainda informou que as investigações já começaram e seguem até o esclarecimento dos fatos.

Crimes cometidos contra crianças

O presidente Jair Bolsonaro sancionou na última terça-feira, 24 de maio, uma lei que transforma em crime hediondo o homicídio de crianças e adolescentes. A lei foi apelidada de ‘Lei Henry Borel‘, por ter ganhado forças nos últimos 4 anos, depois do assassinato do menino Henry, de 4 anos, que foi morta no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros, e o padrasto,  Jairo Souza Santos, o Jairinho.

Além de transformar em crime hediondo o homicídio de crianças e adolescentes menores de 14 anos, a lei também aumenta as punições para os crimes de injúria e difamação cometidos contra menores. Leia aqui a matéria na íntegra.