Mulher grávida usa lei do aborto nos Estados Unidos para escapar de multa

A mulher grávida disse que irá contestar a multa dada no dia 29 de junho. O policial a multou por estar em uma via de apenas veículos com mais de uma pessoa, e ela respondeu que a filha ainda não nascida contava como passageira

Resumo da Notícia

  • Uma mulher grávida estava dirigindo em uma via de veículos com dois ou mais passageiros
  • A futura mãe alegou que a filha ainda não nascida contava como passageiro
  • Ela irá usar a lei do aborto nos Estados Unidos para contestar a multa

Uma moradora do estado do Texas, dos Estados Unidos contou que irá contestar uma multa de trânsito afirmando que a filha, que ainda não nasceu, deve contar como uma passageira dentro do carro. 

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A americana Brandy Bottone, de 32 anos, foi notificada de uma multa levada no dia 29 de junho, por andar em uma via destinada a veículos que tenham mais de uma pessoa a bordo. A multa de US$275 vai ser contestada porque, segundo ela, após a Suprema Corte americana ter acabado com o direito constitucional ao aborto, a filha também deveria contar como uma passageira, mesmo que ela não tenha nascido ainda.

A mulher alegou que a filha que ainda não nasceu deveria contar como passageira
A mulher alegou que a filha que ainda não nasceu deveria contar como passageira (Foto: Getty Images)

Brandy vai contestar a multa na justiça estando grávida de 34 semanas. A futura mãe contou que estava na via de mais de um passageiro porque precisava buscar o filho de seis anos rapidamente e foi parada pela polícia logo após sair da pista.

Ela contou ao jornal Dallas Morning News que na hora que os policiais perguntaram se haviam mais passageiros no veículo, Brandy respondeu: “Minha bebê está bem aqui. Ela é uma pessoa”. Contudo, o policial disse que a outra passageira devia estar “fora do corpo” para ser contabilizada.