Mulher tem sobrenome trocado por ‘vagabunda’ em cartão e pede indenização de R$ 50 mil ao banco

Ao portal g1, o advogado da vítima contou que a mesma sentiu-se extremamente constrangida ao visualizar o xingamento impresso no cartão

Resumo da Notícia

  • Uma mulher teve o sobrenome trocado por 'vagabunda' em cartão
  • A vítima alegou ter se sentido extremamente constrangida ao visualizar o xingamento impresso no cartão
  • Ela pediu uma indenização de R$ 50 mil ao banco

Uma cliente, a qual optou em não ser identificada, teve o sobrenome trocado pelo palavrão de “vagabunda” no cartão de crédito. A mulher, de 29 anos, segundo apuração do portal jornalístico g1, entrou com processo por danos morais e pediu uma indenização de R$ 50 mil pela situação humilhante. Quando ela se deparou com a correspondência que havia acabado de receber, a vítima sentiu-se extremamente constrangida.

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Em entrevista ao jornal em questão, o advogado responsável por representar a vítima no caso, Ederson Lourenço, contou mais detalhes sobre o episódio envolvendo o C6 Bank. “A minha cliente me procurou logo depois que recebeu o cartão. Ela me disse que estava em casa em uma confraternização com amigas e tinha deixado para abrir o envelope em que o cartão estava depois do serviço. Quando abriu o papel, leu ‘vagabunda’ no cartão, ela disse ter começado a dar risada, mas depois se deu conta do que tinha acontecido”, detalhou.

Cliente tem sobrenome trocado em cartão
A vítima pediu R$ 50 mil de indenização ao C6 Bank (Foto: Reprodução / Arquivo pessoal) 

Além disso, o Ederson afirmou que, a cliente tinha pedido a cartão de crédito e dois dias seguintes o objeto chegou. Na correspondência, o nome da mulher estava correto. No entanto, a surpresa foi ao abrir o cartão e visualizar o xingamento. Por fim, o advogado descreveu o caso como “humilhante e vexatório”.

Em nota ao g1, o C6 Bank, instituição bancária responsável pelo envio do cartão, alegou que acompanha o processo e que coloca-se à disposição dos clientes para “apurar todos os casos”. Porém, que não pode fornecer informações.

“Em cumprimento ao disposto na Lei Complementar nº 105/2001, não podemos fornecer a terceiros informações de operações ativas e passivas de serviços bancários, sob pena de quebra de sigilo bancário. As informações somente podem ser fornecidas diretamente ao consumidor ou na forma autorizada na citada lei. Estamos à disposição dos clientes para esclarecer dúvidas, resolver qualquer problema e apurar todos os casos”, informou o C6 Bank.