Nasa lança nave Lucy para explorar asteroides de Júpiter

A primeira missão com esse objetivo, que deve durar 12 anos, pretende entender mais sobre o surgimento do Sistema Solar

Resumo da Notícia

  • Lucy decolou neste sábado, 16 de outubro, para uma missão no espaço
  • A nave da Nasa irá explorar os asteroides troianos de Júpiter
  • A viagem completa irá durar 12 anos e tem objetivo de entender mais detalhes sobre o surgimento do Sistema Solar

O universo é mesmo espetacular e ainda há muito para se descobrir sobre ele. Por isso, neste sábado, 16 de outubro, a Nasa, agência espacial norte-americana, está lançando mais um foguete no espaço para uma missão inovadora: pela primeira vez irão explorar os asteroides troianos de Júpiter, conhecendo mais sobre as composições deles.

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Lucy irá explorar os asteroides troianos de Marte à Júpiter durante 12 anos
Lucy irá explorar os asteroides troianos de Marte à Júpiter durante 12 anos (Foto: reprodução/Twitter/@NASA)

A viagem, que tem previsão de 12 anos de duração, tem como objetivo desvendar mais informações sobre o Sistema Solar. Batizada de Lucy, como forma de homenagear o primeiro fóssil que possibilitou entender mais sobre a evolução da espécie humana, a nave vai estudar oito asteroides entre Marte e Júpiter. O primeiro deles deve ser alcançado em 2025.

O foguete Atlas V, da United Launch Alliance, foi lançado do Cabo Canaveral, localizado na Flórida, Estados Unidos, por volta das 6h34 no horário de Brasília. Lucy agora está no espaço e viaja em uma velocidade de 180 mil km/h. A sonda funciona por meio de energia solar.

O lançamento do foguete aconteceu neste sábado, 16 de outubro
O lançamento do foguete aconteceu neste sábado, 16 de outubro (Foto: reprodução/Twitter/@NASA)

Os asteroides troianos receberam esse nome ao serem nomeados em homenagem a personagens clássicos da Guerra de Troia e mitologia grega. A vontade de estudar mais sobre eles se dá pela suposição de que são “restos” que ficaram da formação do Sistema Solar.

A missão que tem um custo de mais ou menos US$ 981 milhões pretende desvendar mais sobre a nossa história, de acordo com o diretor da divisão científica da agência espacial dos Estados Unidos, Thomas Zurbuchen.