Notícia boa! Vacina para coronavírus pode ser aprovada em novembro

O governador João Doria explicou sobre os cenários das duas vacinas para a doença no Brasil, além de dar mais detalhes sobre a fase de testes da imunização

Resumo da Notícia

  • João Doria falou sobre a vacina para o novo coronavírus
  • O governador se mostrou otimista, e falou sobre uma possível autorização em novembro
  • A vacina está na terceira e última fase de testes
  • A Universidade de Oxford também está produzindo uma vacina, que pode chegar em dezembro

Durante uma entrevista à CNN na sexta-feira, 17 de julho, o governador do estado de São Paulo, João Doria, falou que existe a possibilidade da vacina para o novo coronavírus ser aprovada pela Anvisa em novembro deste ano. O projeto é uma parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório chinês, Sinovac.

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Duas vacinas contra o vírus estão sendo produzidas pelo Brasil (Foto: Getty Images)

Até o momento, a vacina está na terceira e última fase de testes, que irão ser realizados nos 9 mil voluntários na próxima semana. Sobre os ensaios clínicos, apenas médicos e paramédicos que estão na linha de frente contra a doença poderão participar. Os estudos irão ocorrer nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e Distrito Federal.

Confiante com os resultados, Doria disse ainda que o Brasil está à frente na corrida para a vacina, já que duas deles estão sendo produzidas pelo país. Na Universidade de Oxford, no Reino Unido, existe a parceria com o laboratório AstraZeneca para os testes do imunizante.

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João Doria se mostrou confiante sobre o cenário da disponibilização da vacina (Foto: Getty Images)

“Temos uma esperança muito grande que ambas as vacinas superem bem essa terceira fase de testes e possam ser produzidas e aplicadas na imunização de brasileiros, quem sabe no final deste ano, se tudo correr bem”, explicou. O governador ainda lembrou que a previsão existe para o melhor cenário possível, mas caso ocorram efeitos colaterais, pode levar mais 30, 60 ou 90 dias. “No pior cenário, em março do ano que vem, já teremos a vacina aqui no Brasil“, concluiu.

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