Novo livro traz dicas para crianças negras se manterem seguras frente a violência policial

A mãe e assistente social criou a produção para ajudar os pais a educarem crianças prontas para uma possível realidade que enfrentarão

Resumo da Notícia

  • Mãe cria livro para ajudar as crianças negras a sobreviverem à paradas policiais
  • No livro, ela traz 5 dicas que essas crianças precisam seguir
  • O livro é recomendado para as idades de 4 a 8 anos
  • Veja sobre o que se trata a história
Mãe estadunidense escreve livro para ajudar crianças negras a lidar com a violência policial – imagem ilustrativa (Foto: Getty Images)

Sanya Gragg, mãe de três filhos e assistente social, escreveu um livro para crianças de 4 a 8 anos chamado Momma. No livro, que virou notícia nos Estados Unidos, ela conta a história de um menino negro que vê um tiroteio policial com um homem desarmado, que também é negro.

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Para manter ele o irmão em segurança, os pais dos garotos tem o que a autora chama de “conversa”. Os pais falam com eles sobre como vão conseguir permanecer seguros se uma autoridade da lei se aproximar deles, evitando possíveis violências.

O pai da história fala para os filhos memorizar os 5 itens abaixo:

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– Sempre use boas maneiras

– Ouça e cumpra

– Permaneça no controle de suas emoções

– Mãos visíveis sempre

– Explique tudo

Infelizmente, Gragg disse à NBC News que, mesmo que os jovens negros sigam esse conselho, eles não terão um encontro sem problemas. “Você ainda pode acabar com um oficial que só tem um problema com você por causa de sua aparência. Mas acredito firmemente que, se você fizer essas coisas, suas chances de sobrevivência serão muito maiores.” Ela acrescentou: “E como mãe, eu só preciso que você entre por essa porta!”.

Afastei-me da introdução deste livro pensando: “Mas as crianças de 4 anos de idade não são jovens demais para ter ‘a conversa?'” A resposta de Gragg a essa pergunta é preocupante. Ela disse à NBC News: “Acho que os pais estão tendo essa conversa muito mais cedo agora. Costumava ser ‘a conversa’ que os pais negros teriam antes de seus filhos começarem a dirigir. Mas agora nossos filhos estão sendo abordados apenas andando para o parque. precisamos conversar mais cedo ou mais tarde “.

Essa mãe e autora de primeira viagem quer que as pessoas saibam que ela não é anti-policial, apenas contra a brutalidade policial. Ela quer usar a voz para ajudar as crianças a sobreviver à realidade que, infelizmente, precisarão enfrentar.

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