O intestino é nosso segundo cérebro: veja curiosidades e a importância da flora intestinal

Não é para menos: o intestino é considerado o maior órgão de defesa do corpo humano e é comparado com o cérebro por conter meio bilhão de neurônios

Resumo da Notícia

  • O intestino é considerado nosso segundo cérebro
  • 70% das células que estão na região ajudam o organismo a se proteger
  • Apesar do intestino não causar problemas como depressão e outras questões psiquiátricas, a atividade do órgão pode ser afetada por questões ligadas ao emocional, como ansiedade e estresse

Você sabia que o intestino é o maior órgão de defesa do corpo humano? Em sua composição, existem mais de 10 trilhões de micro-organismos! Além disso, 70% das células que estão na região ajudam o organismo a se proteger de doenças. Por ter uma função superimportante para o corpo humano e contar com aproximadamente meio bilhão de neurônios, ele também é considerado o nosso segundo cérebro. A flora intestinal, por sua vez, possui dez vezes mais bactérias do que todo o corpo humano tem células.

-Publicidade-

“Essa teoria existe porque o intestino, além de possuir uma grande quantidade de neurônios, produz hormônios essenciais para o funcionamento do organismo”, explica Alexandre Scano, gastrocirurgião da Beneficência Portuguesa, pai de André e Caio. “Esses neurônios atuam de maneira autônoma, ou seja, não dependem do cérebro para cumprir suas funções”.

Apesar do intestino não causar problemas como depressão e outras questões psiquiátricas, a atividade do órgão pode ser afetada por questões ligadas ao emocional, como ansiedade e estresse – afinal, quem nunca sentiu dor de barriga às vésperas de um acontecimento importante?

70% das células que estão no intestino ajudam o organismo a se proteger (Foto: Shutterstock)

Saúde em dia = flora intestinal equilibrada

A principal responsável por manter o organismo funcionando é a flora intestinal. Composta por centenas de micro-organismos benéficos para o corpo, é possível encontrar nela diversas bactérias – chamadas “do bem”, elas mantêm o equilíbrio da microbiota e combatem a ação das bactérias patogênicas, causadoras de problemas intestinais como a diarreia.

Scano compara a flora intestinal de maneira didática com uma verdadeira floresta: “Nela, existem os animais mais perigosos e os que podemos considerar mais ‘bonzinhos’. Um se alimenta do outro para manter o equilíbrio da natureza”. Quando não existem bactérias boas o suficiente no organismo, acontece a chamada disbiose – o desequilíbrio que favorece que o corpo sofra com problemas como a síndrome do intestino irritável.

E não é somente no intestino que a flora intestinal pode ser encontrada: ela está presente em todo o trato gastrointestinal, da boca até o ânus. Mesmo com a presença de ácido no estômago e com o pouco contato com os alimentos que o esôfago tem, existem bactérias  muito importantes para a microbiota.

Do parto para a vida adulta

É durante o nascimento que se inicia a formação da flora intestinal do bebê, com a colonização de bactérias, vírus e fungos – antes disso, não existem micro-organismos vivos no intestino dele. Caso a mãe tenha um parto normal, o tipo – e a qualidade! – dos probióticos que compõem a microbiota são diferentes caso a criança venha ao mundo por meio de uma cesariana.

A amamentação também tem um papel fundamental para o desenvolvimento da flora intestinal, já que o aleitamento exclusivo até os seis meses de vida colabora para o fortalecimento da defesa do organismo.

A alimentação, juntamente de uma alimentação balanceada, vão construir a flora intestinal do bebê até ele completar três anos de vida – é a partir dessa idade que ela se estabelece. Mas engana-se quem pensa que depois disso não é necessário cuidar dela. Mais do que nunca, hábitos saudáveis são extremamente importantes para manter o funcionamento do organismo.

A alimentação também ajuda

Falando em alimentação, você sabia que existem comidas que são naturalmente probióticas? Elas podem ser consumidas tanto por adultos quanto por crianças e fazem muito bem à saúde e ao equilíbrio da flora intestinal. Algumas delas são: iogurte, leite fermentado, kefir, kombucha, picles e missô.

A flora intestinal do bebê começa a se formar durante o nascimento (Foto: Shutterstock)

Hábitos para a família toda

Alimentação equilibrada, prática regular de exercícios físicos, hidratação, cuidado com o estresse e ansiedade: esses hábitos valem para todos os membros da família e são diários. Além disso, inserir probióticos na rotina de todos da casa é uma dica de ouro para ajudar a manter a flora intestinal equilibrada e a saúde lá em cima. Prático, Enterogermina pode ser consumido direto do flaconete, não contém glúten, lactose, gosto e corantes e tem tripla ação: equilibra, restaura a flora e fortalece a defesa¹. Cada recipiente contém 5 ml da suspensão com esporos de Bacillus clausii.

Fontes: dr. Daniel Baptista, coordenador do Centro de Doenças Inflamatórias Intestinais do Hospital Nove de Julho; dra. Elaine Moreira, gastroenterologista, membro titular da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) e dr. Alexandre Scano, gastrocirurgião da Beneficência Portuguesa, pai de André e Caio.

¹Uma flora intestinal equilibrada promove um ambiente desfavorável para bactérias patogênicas, promovendo a saúde intestinal. Paixão & Castro, 2016. DOI: 10.5102/ucs.v14i1.3629.

ENTEROGERMINA® “O Bacillus clausii (probiótico) contribui para o equilíbrio da flora intestinal. Seu consumo deve estar associado a uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis.” NÃO CONTÉM GLÚTEN. Leia atentamente o rótulo.

MAT-BR-2103311