Olimpíadas 2021: atletas que amamentam podem levar filhos aos jogos em Tóquio

A organização decidiu mudar as regras depois que algumas atletas reclamaram que teriam que escolher entre o filho e a competição

Resumo da Notícia

  • Olimpíadas 2021: atletas que amamentam podem levar filhos aos jogos em Tóquio
  • A organização decidiu mudar as regras depois que algumas atletas reclamaram que teriam que escolher entre o filho e a competição
  • A pequena flexibilização aconteceu logo depois que a jogadora de basquete canadense Kim Gaucher disse que estava sendo forçada a decidir entre "ser uma mãe que amamenta ou uma atleta olímpica"

As Olimpíadas estão chegando aí! Segundo informações que os organizadores do evento deram à Reuters, este ano, mãe que estão amamentando terão permissão para levar os filhos aos jogos, quando necessário. Apesar da liberação, os jogos deste ano serão um tanto quanto diferente e bem mais restritivos, devido à pandemia de covid-19.

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Pra garantir uma segurança maior para os visitantes, atletas e equipes, a organização decidiu proibir que familiares dos atletas comparecessem ao evento. Além disso, espectadores estrangeiros também não poderão ir aos jogos e as torcidas locais serão limitadas – tudo para tentar evitar a proliferação da covid-19, conforme apontado pelo jornal O Globo.

Olimpíadas 2021: atletas que amamentam podem levar filhos aos jogos em Tóquio (Foto: iStock)

Alguns atletas, porém, ficaram muito insatisfeitos com essa proibição das famílias e reclamaram que foram forçados a escolher entre os jogos e os filhos. Diante essas reclamações, a organização decidiu flexibilizar as restrições, em alguns casos específicos.

“Considerando que os Jogos de Tóquio 2020 acontecerão durante uma pandemia, no geral, devemos, infelizmente, recusar que membros da família ou outros companheiros dos atletas os acompanhem aos Jogos”, explicou a organização, em nota.

“No entanto, após uma consideração cuidadosa da situação única que as atletas enfrentam com crianças em fase de amamentação, temos o prazer de confirmar que, quando necessário, elas vão poder acompanhar os atletas ao Japão”, completaram, explicando as mudanças para atender aos pedidos de alguns atletas.

A pequena flexibilização aconteceu logo depois que a jogadora de basquete canadense Kim Gaucher disse que estava sendo forçada a decidir entre “ser uma mãe que amamenta ou uma atleta olímpica”, pois não poderia levar a filha de três meses para as Olimpíadas.