Outubro Rosa: Dasa faz doação de 3.600 mamografias para mulheres em vulnerabilidade social

Esse mês não é o único que podemos falar sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, esse assunto sempre deve ser abordado

Resumo da Notícia

  • Outubro rosa é o mês de conscientização sobre o câncer de mama
  • Em relação a 2019, a realização de mamografias pelo SUS caiu 48%
  • A Dasa já começou a doar 3.600 mamografias para mulheres em situação de vulnerabilidade social

Outubro é o mês de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, e agora também do câncer de colo do útero. Mas a prevenção ao câncer não deve ser comentada apenas no Outubro Rosa. Foi pensando nisso que a Dasa, maior rede de saúde integrada do Brasil, começou a doar, ainda no final de agosto, 3.600 mamografias para mulheres em situação de vulnerabilidade social.

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Outubro não é o único mês que devemos falar sobre o câncer de mama (Foto: Getty Images)

As doações seguem até 30 de novembro e fazem parte da campanha #OutubroRosaAgora, lançada pela Dasa, e ressalta a importância da realização desses exames periodicamente. De acordo com dados levantados pela área de Analytics da Dasa, 2,8 milhões de mulheres, com idade e indicação clínica para a mamografia, não realizaram o exame nos últimos 12 meses. No Brasil estima-se que a queda na realização de mamografias pelo SUS foi de 48%, entre os meses de março a dezembro de 2020 quando comparado com 2019.

Mulheres serão examinadas com a ajuda da Dasa
Mulheres serão examinadas com a ajuda da Dasa (Foto: Reprodução)

As mulheres atendidas pelas ONGs Américas Amigas, Marque Esse Gol e Horas da Vida nas capitais de São Paulo, Rio de Janeiro, Cuiabá, Brasília, Florianópolis e Salvador, tem a possibilidade de receber a doação. A triagem e o agendamento são realizados pelas ONGs parceiras. Após a confirmação do exame as pacientes são encaminhadas aos laboratórios Dasa participantes: Delboni Auriemo, Salomão Zoppi e Lavosier, em São Paulo; Exame, em Brasília; e Cedic Cedilab, em Cuiabá; Sérgio Franco, CDPI e Bronstein, no Rio de Janeiro; Lâmina, em Florianópolis; Imagem e Leme, em Salvador; e Alta Diagnóstica, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O número de doações realizadas em 2021 é quase o dobro do realizado durante a campanha de 2020. “Essa iniciativa amplia o acesso das pacientes aos programas de rastreamento e diagnóstico de lesões não palpáveis, reduzindo a necessidade de abordagens invasivas e agressivas e aumentando as chances de sucesso no tratamento”, explica a radiologista Flora Finguerman.