Paciente de anestesista preso por estupro precisou tomar coquetel anti-HIV e parar a amamentação

Por precaução, médicos orientaram que a paciente tomasse coquetel anti-HIV e solicitaram que Giovanni Quintella fizesse exame para identificar se é portador do vírus, porém o detento não realizou

Resumo da Notícia

  • Uma paciente do anestesista que foi preso em flagrante por estupro foi orientada a tomar um coquetel anti-HIV
  • Por conta dos efeitos colaterais do coquetel, foi recomendado que a mãe interrompesse a amamentação
  • A paciente não foi identificada e ainda não se sabe se ela foi uma das vítimas do médico anestesista

Segundo apuração da TV Globo, uma das pacientes de Giovanni Quintella, preso por estupro durante uma cesariana, foi orientada por equipe médica a tomar o coquetel anti-HIV/AIDS, com o objetivo de evitar contaminação por possível abuso. Ainda não foi confirmada a identidade da paciente, e também não há a confirmação do crime dessa vítima em específico.

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Giovanni Quintella preso por estuprar gestante em parto cesárea
Giovanni Quintella preso por estuprar gestante em parto cesárea (Foto: Reprodução/Instagram)

Os advogados da mulher solicitaram que Giovanni Quintella realizasse um exame para identificar se ele é, de fato, portador do vírus. Entretanto, o detento não é obrigado a realizar o teste. Assim, por precaução, a mãe, sob sugestão médica, teve a indicação do coquetel, e por conta de todos os efeitos colaterais que resultam dele, foi obrigada a interromper a amamentação do bebê.

Na quarta-feira do dia 13 de julho, a delegada Bárbara Lomba, que está conduzindo o caso, conversou com a vítima que aparece no flagrante que confirmou o crime realizado por Giovanni Quintella. Sobre a conversa por telefone com a vítima, a delegada afirmou: “Ela chorou muito. Ainda está muito abalada. A família toda está abalada”.

O exercício médico do anestesista pode ser suspenso após estuprar grávida durante parto
Paciente de médico preso por estupro toma coquetel anti-HIV (Foto: Reprodução / Instagram)

Além disso, Bárbara Lomba garantiu sobre o detento: “Diante da repetição das ações criminosas, das características de compulsividade que se observavam e da possibilidade de várias vítimas feitas naquelas condições, podemos afirmar que se trata de um criminoso em série”.