Padre Fábio de Melo fala sobre saudades que sente da mãe: “Senti que perdi tudo”

O religioso participou do quadro “Promessas”, do programa “É de Casa” e comentou sobre a perda mais importante que já viveu

Resumo da Notícia

  • Fábio de Melo participou do programa "É de Casa"
  • Falou sobre a saudade que sente da mãe
  • Ela morreu por conta da covid-19

Padre Fábio de Melo participou do quadro “Promessas”, do programa “É de Casa”, e falou sobre a saudades que sente da mãe, que faleceu em março deste ano por complicações da covid-19. O religoso estava acompanhado da dupla AnaVitória.

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Mãe de Padre Fabio de Melo lutava conta a covid-19
Mãe de Padre Fabio de Melo lutava conta a covid-19 (Foto: Reprodução / O povo)

“Minha mãe me dava peças para entender o mosaico da minha existência. Quando ela morreu, senti que perdi tudo. É bom a gente dizer ‘oi, mãe!”, ou, então, vou ligar pra minha mãe. Eu não tenho mais isso… Quando você rompe esse simbólico, alguma coisa acontece dentro da gente que a palavra não explica. Eu estou tentando entender ainda o que é esse vazio”, desabafou.

Sinal dos céus

Padre Fabio de Melo fez um post no Instagram para relembrar da mãe, Ana Maria, que morreu em março deste ano por conta de complicações causadas pela covid-19. O padre relatou que teve uma experiência divina, explicando que uma abelha pousou sobre a mãe dele, no local em que tem uma tatuagem do inseto em homenagem a mãe.

Padre Fabio de Melo publicou o texto junto a uma foto no Instagram (Foto: Reprodução / Instagram)

“No ano passado, quando minha mãe ainda estava viva, eu tatuei uma abelha em minha mão. Foi uma homenagem a ela, símbolo de sua eterna presença em mim. Hoje, diante do Santuário de Guadalupe, estava refletindo sobre a frase que Nossa Senhora disse ao índio Juan Diego: ‘não estou eu aqui, que sou tua mãe?’. Lembrei das inúmeras vezes que minha mãe me disse o mesmo, ainda que não usasse as palavras, apenas me concedendo o abraço que me protegia, o olhar que me acolhia, o beijo que me perdoava. Foi impossível conter as lágrimas. De repente, senti um movimento em minha mão esquerda. Abri os olhos e me deparei com uma abelha pousada sobre a Aninha, a abelhinha da minha tatuagem”, disse.

“Ela ficou comigo durante uns 10 minutos. Passeou sobre minhas mãos, depois voou… E aqui fico eu, grato pela delicadeza do acontecimento, certo de que minha mãe e Nossa Senhora já são amigas, companheiras de eternidade. E que hoje, mesmo sem eu merecer, elas me prepararam um presente, um registro eterno na memória. Obrigado, minhas mães”, completou.