Pai com Alzheimer reconhece filho depois de muito tempo e vídeo emociona

Ivo foi diagnosticado com a doença quando tinha 52 anos

(Foto: Reprodução/ Instagram @curandoivo)

Uma família brasileira compartilhou na internet o momento em que o pai com Alzheimer reconheceu o filho e emocionou toda a internet. “Não lembro quando foi a última vez que meu pai me chamou de filho, falou que me ama e me deu um abraço. Hoje foi esse dia. Gratidão!”, diz Filipe Barsan Suzin, de 28 anos, chorando de felicidade na gravação.

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Felipe mora em Goiás com o pai Ivo, de 58 anos, que foi diagnosticado com a doença há seis anos. O filho conta no vídeo que o pai amoroso foi ao longo perdendo a identidade de quem era, passou a não reconhecer as pessoas ao redor, agredia a família e não sabia mastigar a comida.

Com o avanço do Alzheimer, a família decidiu buscar um tratamento alternativo e funcionou, hoje o filho conta que o pai está outra pessoa. Conversa, brinca, dança e voltou a comer sozinho

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“Faz sete meses que o meu pai faz uso do tratamento, em uma semana já teve uma mudança inexplicável! Sendo que ele ficou mais de seis anos sendo dopado, tomando remédios fortes. Meu pai teve melhoras sensacionais!”, afirmou Filipe ao Razões para Acreditar.

Confira o vídeo de como Ivo era e como ele ficou após o tratamento:

Prótese consegue restaurar a memória de humanos com sucesso

Em um estudo da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, cientistas da Wake Forest Baptist Medical Center conseguiram criar um implante de uma prótese que consegue restaurar de 35% a 37% da memória de curto prazo. Dá para acreditar? Ótima notícia para pessoas que sofrem com Alzheimer.

Funciona assim: o implante usa padrões de memória da própria pessoa para ajudar na capacidade do cérebro de recordar esses “arquivos”, de acordo com o site Só Notícia Boa. A pesquisa se concentrou em melhorar a memória episódica, se trata de uma informação nova dada pelo cérebro durante um curto prazoEssa é a mais afetada no caso de pessoas que sofrem com doenças como Alzheimerderrame e traumatismo craniano.

Parece impossível, mas não é! Os pesquisadores usaram um sistema eletrônico de próteses e influenciaram os padrões de disparo de múltiplos neurônios no hipocampo (parte do cérebro responsável pela produção de novas memórias). No passo a passo isso quer dizer que eles registraram padrões neurais enquanto os pacientes estavam nas suas tarefas diárias, tudo monitorado por computadores.

Durante o uso do implante, os pacientes mostraram uma melhora na memória episódica de 37%. “Mesmo quando a memória de uma pessoa é prejudicada, é possível identificar os padrões de disparo neural que indicam a formação correta da memória e separá-los dos padrões que estão incorretos. Podemos ajudar o cérebro do paciente a formar novas memórias sem perdê-las”, explica Robert Hampson, professor de fisiologia, farmacologia e neurologia na Wake Forest Baptist.

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