Pai conta como acalmou a filha por 4 horas no mar após barco ter afundado: “Desistir não era opção”

Após o barco afundar no meio do oceano, Glenn, de 41 anos, teve que manter a calma para se salvar e salvar Ruby, de 11 anos, que o acompanhava na navegação

Resumo da Notícia

  • Um pai australiano contou como fez para tse salvar e salvar a filha que o acompanhava em navegação após barco afundar
  • Glenn Anderson, de 41 anos, e Ruby, de 11, estavam perto da Ilha Rottnest, na Austrália Ocidental, no último domingo, 30 de maio
  • O pai comentou que estava na cabine com a menina quando uma onda gigante jogou os dois para fora

Após o barco afundar no meio do oceano, um pai australiano teve que manter a calma para se salvar e salvar a filha que o acompanhava na navegação. Glenn Anderson, de 41 anos, e Ruby, de 11, estavam perto da Ilha Rottnest, na Austrália Ocidental, no último domingo, 30 de maio, quando seus planos foram (juntamente com o barco) por água a baixo.

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O pai comentou que estava na cabine com a menina quando uma onda gigante jogou os dois para fora. Segundo o Daily Mail, eles passaram quatros horas na água. Mesmo desesperado, Glenn sempre dizia para a filha: “nós vamos conseguir”. Os dois estavam entre as cinco pessoas a bordo do barco. Após a queda, o pai sofreu um corte profundo na testa e a filha quebrou a perna esquerda em dois lugares.

(Foto: Reprodução/ Daily Mail)

Felizmente os dois conseguiram prender os coletes salva-vidas e durante a espera por resgate, Glenn ficou tentando manter a cabeça de Ruby acima das ondas. “Não podíamos desistir, parar não era uma opção. Eu ficava dizendo pra ela [Ruby]: ‘nós vamos conseguir, não importa o que aconteça’, disse ele. O marinheiro disse que segurou sua filha com força durante toda a provação e disse a ela quando era preciso prender a respiração.

O pai e a filha foram resgatados após 4 horas à deriva no mar (Foto: Reprodução/ Daily Mail)

O pai e a filha foram resgatados por um barco de pesca que os pegou a 200 metros da costa. Glenn lembra que que Ruby mal conseguia falar ou dizer seu próprio nome quando entrou no barco de resgate. “Ela estava gravemente hipotérmica a ponto de o paramédico dizer que não conseguia medir a temperatura do dedo dela porque não havia circulação alguma”.

Agora, a menina está se recuperando. Autoridades marítimas disseram que o uso de coletes salva-vidas e um farol de emergência usado pelo grupo foram cruciais para o retorno seguro à costa.