Pai de menina que morreu após ser agredida por mãe e madrasta pede justiça

Roger Fabrizius da Rocha é pai de Ketelen Vitória Oliveira da Rocha e ficou chocado com o acontecimento e luta pela justiça

Resumo da Notícia

  • Roger é o pai da menina de 6 anos que foi agredida pela mãe e pela madrasta em Porto Real
  • Ele contou que soube da hospitalização da filha por uma prima da mãe da menina
  • O pai também contou que espera algum tipo de justiça

O  vendedor Roger Fabrizius da Rocha, de 32 anos, é pai de Ketelen Vitória Oliveira da Rocha, a menina de 6 anos que fui torturada e agredida pela mãe e pela madrasta em Porto Real, no sul fluminense. Ela morreu na madrugada de ontem, 24 de abril, após sofrer uma parada cardiorrespiratória. A menina ficou sete dias hospitalizada depois de ter sido agredida pela mãe Gilmara Oliveira de Farias, de 27 anos e pela madrasta Brena Luane Barbosa Nunes, de 25 anos, durante um fim de semana.

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Roger contou em uma entrevista para o Extra, que soube do crime no dia 20 de abril, um dia depois da menina ter sido hospitalizada, porque uma prima da mãe de Ketelen contou para ele sobre o ocorrido. Ele também informou que não desconfiava das agressões e que a mãe levou a filha embora de Caxias, onde elas moravam, sem avisar a família.

“Gilmara era uma mãe carinhosa, protetora. Jamais imaginaria que ela teria coragem de fazer isso com a Ketelen, mas as pessoas mudam, infelizmente”, contou o vendedor. Ele disse que sabia do relacionamento da ex-mulher com a madrasta de Keleten, a Brena: ” Fiquei sabendo por meio da imprensa. Estou chocado com tudo isso que aconteceu. A família toda está muito abalada. Mas não tenho raiva da Gilmara. Só quero justiça”.

Roger falou que foi casado com Gilmara durante quatro anos e que se divorciaram quando a filha tinha um ano de idade, ele conta que desde então dava assistência financeira e mantinha contato com a filha. Mas, 9 meses atrás a mãe foi embora da casa onde morava com a menina em Caxias e o vendedor não sabia do paradeiro das duas. Ao ser questionado sobre o que ele fez durante esses 9 meses, ele afirmou que tentou encontrar a menina, mas que não foi à Justiça, por estar desamparado.