Pai processa escola por cortar cabelo da filha sem autorização e pede indenização de R$ 1 milhão

O corte teria sido feito por uma uma bibliotecária e uma professora assistente de uma escola americana

Resumo da Notícia

  • Nessa semana, o pai de uma menina de sete anos entrou com um processo contra a escola em que a menina estudava;
  • Isso por terem cortado o cabelo da criança sem a permissão da família;
  • O homem pede indenização de US$ 1 milhão contra a administração escolar local, uma bibliotecária e uma professora assistente.

Nessa semana, o pai de uma menina de sete anos entrou com um processo contra a escola em que a menina estudava por terem cortado o cabelo da criança sem a permissão da família. O homem pede indenização de US$ 1 milhão contra a administração escolar local, uma bibliotecária e uma professora assistente.

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Segundo o site MLive.com, no processo, o pai afirma que os direitos constitucionais da menina foram violados, e que houve discriminação racial, intimidação étnica, inflição intencional de sofrimento emocional e agressão.

Pai processa escola por cortar o cabelo da filha
Pai processa escola por cortar o cabelo da filha (Foto: Reprodução/ Instagram)

Jimmy Hoffmeyer, que tem ascendência negra e branca, disse que sua filha contou que uma colega de classe usou uma tesoura para cortar o seu cabelo em um ônibus escolar. Após o incidente, ele reclamou com a administração da escola e levou a menina para um salão.

No entanto, alguns dias depois,  a criança chegou em casa com o cabelo cortado do outro lado. “Perguntei o que aconteceu e disse a ela ‘nenhuma criança deveria cortar seu cabelo'”, disse o pai. “Ela respondeu: ‘mas pai, foi a professora.’ A professora cortou o cabelo para uniformizá-lo”, contou o homem.

Pai processa escola por cortar o cabelo da filha
Pai processa escola por cortar o cabelo da filha (Foto: Reprodução/ Instagram)

O conselho escolar americano disse que apesar das “boas intenções” da funcionária, o fez sem a permissão dos pais e sem o conhecimento dos administradores distritais, desobedecendo a política escolar e por isso, foi repreendida e punida. A menina agora frequenta outra escola.