Pais matam o próprio filho após deixar bebê sem comer por uma semana e queimam o corpo da criança

Adolescente de 12 anos que se autointitulava “profeta”, é suspeito de organizar o assassinato de um bebê de apenas 1 ano, para realização de seita religiosa

Resumo da Notícia

  • O garoto de 12 anos se autointitulava "profeta", e é suspeito de comandar o assassinado do bebê para fins religiosos
  • A família do bebê é extremamente religiosa e seguia os comandos do profeta-mirim
  • Os suspeitos do crime foram levados à Delegacia e seguem prestando depoimentos

Em dezembro de 2021, um bebê de apenas 1 ano e 10 meses, foi decretado como desaparecido às instituições policiais. No entanto, ontem, 21 de março, toda a verdade veio à tona: o garoto foi morto pelos próprios familiares. De acordo com depoimentos prestados à Polícia, a morte do Wesley foi tramada por um menino de apenas 12 anos, que se autointitulava “profeta”. A família do bebê, que era extremamente religiosa e seguidora do falso profeta, compactuou com a seita para matar a criança. O caso aconteceu na Zona Rural Leste de Teresina, Piauí.

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A Polícia Civil descobriu que, ao todo, foram sete pessoas envolvidas no crime. Sendo elas: três menores de idade, dois adultos, a mãe da criança e o falso profeta. No momento, o menino de 12 anos é suspeito de ter comandado todo o crime.

Segundo informações da Rede Record, a família do bebê Wesley era extremamente religiosa e seguia as palavras pregadas pelo profeta-mirim. O adolescente de 12 anos, mandou a família deixar a criança em jejum de água e alimento, por duas semanas. E, foi neste momento, que o Wesley veio à óbito.

Jovem de 12 anos é suspeito de matar bebê em prol de uma seita religiosa (Foto: Reprodução/Record TV)

Para ocultar o crime, a família do bebê queimou o corpo da criança, e começou a dizer que o Wesley tinha sido sequestrado. Tanto que, os responsáveis foram até à imprensa local divulgar o desaparecimento do filho.

Todos foram levados à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, para prestar depoimentos. Em seguida, os adolescentes foram apreendidos e encontram-se à disposição da justiça por 45 dias. Já os pais e os avós paternos do bebê Wesley, seguem presos temporariamente

Os suspeitos serão julgados pelo assassinato, pela ocultação de corpo e, também, pelas afirmações falsas do sequestro do bebê de apenas 1 ano e 10 meses.