Pais se casam em hospital para que filha com doença rara possa participar da cerimônia

Os profissionais do hospital contribuíram para que tudo acontecesse da forma mais especial e única o possível

Resumo da Notícia

  • Pais se casam em hospital para que filha com doença rara possa participar da cerimônia
  • Ela está internada desde que nasceu, no natal do ano passado
  • Os profissionais do hospital organizaram tudo para que a data fosse celebrada de uma forma especial
  • A cerimônia contou com bolo, balões, arranjos de flores e bandeirolas feitas com fotos de família decorando a ala

Layla, uma bebê de 6 meses, foi dama de honra do casamento dos pais dentro do hospital onde está sendo tratada. Karim e Louise Rezaie encontraram uma forma de comemorar a data junto com a bebê, apesar das necessidades dela em relação à saúde. Layla nasceu no dia de Natal, mas desde então está hospitalizada devido a uma rara doença genética.

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Para que a filha participasse da cerimônia, o casal, de Devon, no Reino Unido, se casou no Bristol Children’s Hospital, no dia 21 de maio. A equipe do hospital combinou tudo com a família e organizou para que tudo acontecesse na enfermaria.

O casal celebrou a data marcante com direito a bolo, balões, arranjos de flores e bandeirolas feitas com fotos de família decorando a ala para tornar o dia especial. “Sempre quisemos que nossa filha estivesse presente no nosso casamento. Foi tudo muito lindo e eles se esforçaram muito para conseguir fazer tudo”, contou a mãe, em entrevista ao jornal britânico Daily Mail. Ela acrescentou que imaginava que o casamento seria uma simples cerimônia ao lado da maca da filha, mas que os profissionais do hospital realmente se esforçaram para tornar tudo especial.

Pais se casam em hospital para que filha com doença rara possa participar da cerimônia (Foto: reprodução Daily Mail)

Layla sobre de uma mutação genética chamada Síndrome de Charge, que afetou a alimentação, visão e coração, além de outras complicações.

“O dia todo foi muito mágico. Um enorme esforço foi feito pelos companheiros de trabalho para arranjar decorações e música, entrar em contato com nossos parentes e gravar vídeos para as pessoas que não poderiam estar lá”, contou Karim, um terapeuta psicológico que trabalha no local.

Várias pessoas se ofereceram para ajudar com um evento, de um fotógrafo profissional a um cabeleireiro. “Layla estava lá e foi fantástico, mas fomos lembrados de como ela estava mal, mas ainda assim foi ótimo ter acontecido. Os médicos disseram que pode levar semanas ou meses antes que possamos levá-la para casa”, comemorou a família.