Pam Puertas relembra a importância da família: “União torna as crianças seres humanos melhores”

A influencer digital é mãe de Milena e Miguel

(Foto: Reprodução / Instagram) 

Pam Puertas é mãe de Milena e Miguel e através do Instagram e Youtube compartilha várias dicas para ajudar outras mulheres a cuidarem de seus filhos, além de receitas fáceis para as crianças, Pâmela faz questão de contar suas expêriencias, medos e não esconde nada! Faz questão de mostrar a vida como ela é, a famosa maternidade real. Sem romantizar! Batemos um papo com ela para entender quais são os desafios e contar um pouco mais da sua história sendo mãe de dois.

Você sempre sonhou em ser mãe? Quais eram seus planos?

Sempre sonhei em ser mãe. Desde novinha gostava de brincar de boneca, trocar fralda e amava cuidava das crianças da família. Eu tinha um instinto materno mesmo. Aos 13 anos comecei a namorar com meu atual marido e estamos juntos desde então. Quando tinha 21 anos,engravidei. Foi uma surpresa, mas fiquei muito feliz. Quando descobri que estava grávida, eu era bem novinha, mas eu me senti confiante. Eu me senti realizada e amei a novidade!

Escolher o nome sempre é difícil, como foi para vocês?

Foi muito complicado! Eu e meu marido tínhamos uma lista com os nomes que cada um gostava, mas nunca chegávamos a um acordo. Engraçado que Milena nunca foi uma das opções, mas do nada me deu um negócio e eu decidi que seria esse.

(Foto: Reprodução / Instagram)

O que você fazia antes de se dedicar ao conteúdo na internet?

Eu sempre curti acompanhar canais no Youtube, quando sai da escola e entrei na faculdade não foi diferente. Na época, minha cachorra morreu. Eu fiquei muito triste, sem vontade de fazer nada. O André, meu marido, me deu muito apoio e começou a me incentivar a fazer os vídeos. Começou assim e deu certo. Eu não tinha filhos, então os temas que eu falava sobre eram diferentes. Dava dica de maquiagem, beleza, etc.

De onde veio a ideia de mostrar sua rotina para outras mães?

Quando eu engravidei foi um susto não só para mim, mas para os meus seguidores também. Eu esperei uma semana para cair a ficha e ai decidi compartilhar com eles. Eu fiquei surpresa com a reação, eles amaram e me incentivaram a mostrar tudo. Daí começou o diário de gravidez, me senti muito a vontade. Várias mães e grávidas começaram a me acompanhar e o meu público foi mudando, foi algo natural.

Você já cogitou não expor tanto as crianças?

Eu tenho algumas limitações e coisas quem decido não compartilhar por segurança. Por exemplo, os lugares que eles frequentam, como a escola, Ballet. E também prefiro não mostrar eles sendo mal criados ou fazendo birra. Eu falo sobre a experiência, mas depois que já aconteceu para ser uma dica para as outras mães que passam por isso.

Por exemplo, minha filha teve terror noturno. Por volta dos 2 anos mais ou menos, ela começava a chorar de madrugada, mas ainda dormia. Ela não conseguia acordar para entender o que estava acontecendo. Na época, ela queria ir ao banheiro, mas não falava. Eu fui fazer um tratamento com indicação homeopática e começou a dar resultado, decidi compartilhar com meus seguidores e eu me surpreendi com a quantidade de mães que estavam passando por. Eu gosto de compartilhar o que deu certo para ajudar e acolher outras mulheres.

(Foto: Reprodução / Instagram)

Quais os desafios que você enfrentou na hora de criar um casal de filhos?

Eu comecei a sentir a bastante diferença entre os dois. A Milena sempre foi muito delicada e compreensiva, já o Miguel é bem mais bruto. Tem que ir se ajustando e aprendendo junto, mas não me apego muito a isso. O Miguel sempre pega boneca para brincar e eu não corto. Assim como a Milena se diverte com bola, carrinho, etc. Eu os deixo a vontade.

Você tem alguma regra em relação a eletrônicos?

Eu sempre fui muito tranquila com os eletrônicos porque a Milena é muito ativa e  cansa rápido, ela mesmo foi se dosando sozinha. Nunca precisei ficar limitando, mas controlo o que é assistido. Eu não deixo ter acesso livre, escolho os programas e desenhos. Eu acho que eu não gosto de extremo, prefiro o equilibro. As vezes é legal dar algo para as crianças brincarem, alguma coisa que estimule e façam ela aprender.

Família é tudo?

Com certeza! Eu sou suspeita para falar, eu sou muito ligada a minha família. Gosto sempre de estar junto, fazendo passeios. Acho que é essencial ter essa união e passar isso para eles. Criar esse laço é importante para o futuro. Eles têm que estar unidos. Família é essencial para torná-los seres humanos melhores

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