Para sempre na memória! “Meu Primeiro Livro” é um diário do bebê inclusivo

Das autoras Julia Bock, Lia Bock e Vanina Batista, a iniciativa respeita todos os formatos e tipos de família para que registrem os primeiros anos do filho em casa

Resumo da Notícia

  • O "Meu Primeiro Livro" é um diário do bebê diferente do que você está acostumada
  • Inclusivo, ele respeita todos os formatos de família fazendo mudanças sutis
  • Conversamos com uma das autoras, Lia Bock, para contar mais detalhes desse livro

A chegada de um bebê na família é sempre motivo de muita comemoração e alegria. Cada sorriso, cada olhar são marcantes e capazes de transformar o dia dos novos pais. E nessa fase, tão cheia de significado e eventos importantes, uma boa dica para mantê-los perto para sempre é registrar, não é mesmo?

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O “Meu Primeiro Livro” é um diário do bebê que respeita todos os formatos de família (Foto: Divulgação)

Conheça então o “Meu Primeiro Livro”, um misto de diário e álbum para guardar fotos e recordações do primeiro ano de vida do seu filho até completar 7 anos de idade. Das autoras Julia Bock, Lia Bock e Vanina Batista, a iniciativa reúne e organiza esses momentos preciosos para você poder sempre voltar para eles.

E tem mais! Ele é pensado para as famílias de todos os tamanhos, tipos e formatos, afinal o mundo é feito da diversidade e todos merecem a chance de aproveitar essa fase. Dessa forma, é o único diário do bebê inclusivo e sem gênero do Brasil.

Como reforçamos aqui na Pais&Filhos, família é tudo, não importa como seja, e vai além do sangue. Esse é um laço de amor, carinho e afeto para a vida toda. Então, independentemente de como é a sua, você pode aproveitar o livro para contar um pouco da história de vocês durante esses anos.

Além da questão familiar, o livro também não separa as crianças por gênero ou cores, ele também não possui tema. “Claro que não foi uma tarefa fácil. Não colocar a palavra gravidez em evidência num livro do bebê é um desafio, mas tem muita mãe por aí que nunca ficou grávida e, tenham certeza, são tão mães como qualquer outra. Substituímos por ‘espera’. Papai e mamãe viraram apenas ‘nós’. E assim fomos criando um diário do bebê que, de forma delicada, põe em prática a palavra respeito”, explicou Lia Bock, uma das autoras.

Publicado pela editora Fontanar (Companhia das Letrinhas), ele pode ser encontrado em diversos sites e lojas, como Amazon e Americanas. Para a Pais&Filhos, Lia Bock disse: “Quando meu filho mais velho nasceu, eu procurei um álbum de bebê e não achei nada muito interessante. Então fiz em um caderno. Quando minha irmã teve filho, também procurou e acabou ganhando um álbum cheio de lacinho, todo rosa… Conversando, tivemos a ideia de fazer um. Em um primeiro momento, a ideia era só não ter gênero e no processo pensamos em algo mais inclusivo. Fizemos mudanças sutis, também sugerimos coisas para a pessoa colocar, com dicas”.