Pesquisa espanhola prova que nozes na gestação podem deixar o seu bebê mais esperto

Amêndoas, amendoim, pinhões e avelãs também!

Nozes podem trazer benéficos para o seu bebê (Foto: Getty Images)

Uma pesquisa espanhola chegou a conclusão de que comer nozes, durante a gravidez pode ser benéfico ao bebê. O estudo foi publicado em um jornal espanhol, o European Journal of Epidemiology, pelo Instituto de Barcelona. A pesquisa afirma que a substâncias das nozes podem ajudar no desenvolvimento cerebral do feto.

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Amêndoas, amendoim, pinhões, avelãs e as nozes liberam altos níveis de ácido fólico e de ácidos graxos essenciais, como ômega-3 e ômega-6. Os responsáveis pelas pesquisas explicam que: “Esses componentes tendem a se acumular no tecido neural, sobretudo nas áreas frontais do cérebro, que influenciam a memória e as funções executivas.”

Esse desenvolvimento do tecido neural, acontece primeiramente no primeiro trimestre da gestação e por isso a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia recomenda que as grávidas precisam consumir 400 mcg por dia de ácido fólico no primeiro trimestre de gestação e também um antes de engravidar (se você planeja, né).

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Os estudos pesquisaram gestantes que relataram uma média semanal de consumo de nozes de 60g por semana, uma quantidade menor do que a recomendada pela Sociedade Espanhola de Nutrição Comunitária. Florence Gignac, pesquisadora do ISGlobal e principal autora do estudo reflete que:

“Isso nos faz pensar que, se as mães consumissem a média semanal recomendada, os benefícios poderiam ser muito maiores.”

A pesquisa avaliou mais de 2.200 mães e filhos, os pesquisadores usaram questionários, e aí eles conseguiram informações sobre os hábitos alimentares das mães, principalmente em relação ao consumo de nozes, durante a gravidez.

E eles conseguiram perceber que as crianças, cujas as mães comeram mais nozes e derivados durante a gestação, apresentaram um resultado mais alto e melhor nos testes de Q.I., função cognitiva, atenção e memória. E para encerrar a publicação, um outro cientista fala:

“Especula-se que o ritmo de desenvolvimento fetal varia ao longo da gravidez e que há períodos em que o desenvolvimento é particularmente sensível à dieta materna.”

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