Família

Pesquisa mostra que período da licença-maternidade e paternidade aumentou no Brasil

Os números afirmam que 21% das empresas estenderam os dias que os pais podem ficar em casa

Ingrid Campiteli

Ingrid Campiteli ,filha de Sandra e Paulo

(Foto: Reprodução / GettyImages)

Uma pesquisa realizada pela Aon, empresa britânica de análise de riscos, mostrou que a licença-paternidade em 640 companhias brasileiras foi estendida em 21% delas, ou seja, uma em cada cinco empresas permite que pais fiquem mais tempo em casa. Para a legislação trabalhista, cinco dias é o tempo que eles autorizam para os pais ficarem em casa quando os bebês nascem.

Os números mostram ainda que as empresas que oferecem a licença-paternidade estendida, 83% delas permitem que os pais fiquem em casa por mais 15 dias, totalizando 20 dias de licença. Além de que mães já podem ficar em casa por mais de 4 meses em quase 1/3 das empresas.

O aumento do número de companhias que oferecem mais dias em casa para a mãe, licença-maternidade estendida, chegou a 142% em dois anos. Em 2017, apenas 12% das empresas possibilitavam que as mães ficassem mais de quatro meses em casa, já em 2019, segundo os dados, já são 29% delas que oferecem o benefício.

Nesses casos, a licença-paternidade pode ser estendida por até dois meses, ou seja, 91% das empresas que oferecem o benefício, as mães têm o direito de ficar até seis meses em casa.

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