Pocah conta que teve crise de pânico ao descobrir ataques racistas contra a filha de 5 anos

Durante participação no programa Eliana, a cantora caiu no choro ao falar sobre os ataques que a filha sofreu enquanto ela estava no BBB21

Resumo da Notícia

  • Pocah falou sobre os ataques que a filha sofreu enquanto ela estava no BBB21
  • Ela confessou que sofreu uma crise de pânico ao descobrir o que havia acontecido
  • Em um desabafo fortíssimo, Pocah disse que nenhuma mãe está pronta para passar por isso

Neste domingo (27), durante participação no programa Eliana, Pocah caiu no choro ao falar sobre os ataques que a filha sofreu enquanto ela estava no BBB21.

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(Foto: reprodução Instagram)

Bastante emocionada, a cantora falou sobre sua relação com a família e se emocionou ao comentar de Vitória, de cinco anos, e confessou que sofreu uma crise de pânico ao descobrir o que havia acontecido.

“Nenhuma mãe está preparada para ver seu filho sofrer ataques racistas na internet. Meu mundo caiu, eu fiquei descontrolada quando soube dessas mensagens preconceituosas”, disse ela.

(Foto: Reprodução / Instagram)

“Eu tive ataque de pânico. Eu já combatia o racismo, lutava contra e sofri muito por isso, mas agora eu tenho um motivo a mais. Eles mexeram com o meu sangue, com a minha filha”, explicou.

Recentemente, durante uma participação no programa Altas Horas, da Rede Globo, Pocah também falou sobre o assunto e disse que está fazendo de tudo para que a filha não tenha acesso ao que aconteceu. “A Vitória tem cabelos lindos, acho minha filha perfeita e não é porque é minha filha, não. Linda e maravilhosa. Uma das piores coisas que encontrei aqui fora foi saber que a minha filha foi vítima de racismo. É um crime e todas essas pessoas que fizeram isso com uma criança de 5 anos devem pagar por isso, pelo dano que estão causando na minha família”.

Pocah disse que nenhuma mãe está pronta para passar por isso (Foto: reprodução / TV Globo)

Ela finalizou dizendo que está disposta a dar mais visibilidade para a causa: “Foram palavras muito cruéis, pesadas. Não sei como essas pessoas conseguem dormir. (…) Estou disposta a lutar contra, sempre fiz parte e achei necessário usar a minha voz, visibilidade para lutar contra o racismo. Agora tenho um motivo muito maior que pretendo seguir”.