Portugal vai fechar creches, escolas e universidades a partir de sexta-feira

A decisão veio devido ao aumento dos casos do novo tipo de coronavírus. Os alunos não terão aulas por 15 dias – nem mesmo à distância

Resumo da Notícia

  • Portugal vai fechar creches, escolas e universidades a partir de sexta-feira
  • A decisão veio devido ao aumento dos casos do novo tipo de coronavírus
  • Os alunos não terão aulas por 15 dias - nem mesmo à distância
  • Entenda mais sobre a decisão

O primeiro-ministro de Portugal anunciou que as creches, os ATL, as escolas e as universidades vão fechar durante 15 dias a partir de sexta-feira, 22 de janeiro. Durante esse período os alunos ficarão sem aulas (nem mesmo à distância). De acordo com informações do jornal local Público esse período funcionará como um tempo de férias, que será compensado com aulas em dias de outros períodos de descanso previstos no calendário escolar.

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O ministro decidiu cancelar as aulas por 15 dias (Foto: Getty Images)

​Apesar de “todo o esforço extraordinário que as escolas fizeram” para poderem dar aulas presenciais, “manda o princípio da precaução” suspender as atividades letivas durante 15 dias, disse o primeiro-ministro, esta quinta-feira, após reunião do Conselho de Ministros.

Como justificativa da decisão, o Ministro afirmou que precisou recuar a iniciativa anterior do governo de não fechar as escolas devido ao novo tipo de coronavírus que têm circulado na Europa. Essa mutação em questão começou no Reino Unido e cientistas a consideram mais transmissível.

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“Apesar dos especialistas dizerem que este vírus não afeta mais a saúde, dizem que tem maior carga viral e uma velocidade de propagação muito maior. Essa interrupção tem custos e, por isso, decidimos que, em vez de uma interrupção presencial, há mesmo uma interrupção letiva de atividades que pode ser compensada com encurtamento ou eliminação de outros períodos [de férias]”, acrescentou, remetendo esses ajustes para o ministro da Educação.

Mantêm-se abertas as escolas de acolhimento a crianças com menos de 12 anos cujos pais de grupos específicos (como profissionais de saúde, bombeiros e forças de seguranças, entre outros) têm de trabalhar. Continuarão também abertos os estabelecimentos de ensino para crianças com necessidades educativas especiais.

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