Primeiro ninho de vespas assassinas é encontrado nos EUA e número de rainhas assusta

Cientistas estimaram que quase 200 rainhas foram produzidas por um único ninho, mostrando aumento significativo em relação à antigo caso reportado

Resumo da Notícia

  • Primeiro ninho de vespas assassinas foi encontrado nos EUA
  • O número de rainhas encontradas em um único ninho assustou os estudiosos
  • Foram quase 200 rainhas, mostrando aumento significativo em relação à antigo caso reportado

Primeiro ninho de vespas assassinas encontrado nos Estados Unidos surpreendeu os cientistas que se depararam com uma quantidade de rainhas maior do que a esperada. Cientistas estimaram, segundo a CNN, que foram produzidas em um único ninho cerca de 200 rainhas, apontando um aumento significativo em relação às duas rainhas que haviam reportado inicialmente.

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O ninho, que estava dentro da cavidade de uma árvore, foi erradicado e limpo no dia 24 de outubro, segundos entomologistas do Departamento de Agricultura do estado de Washington (WSDA). Foram aspiradas 85 vespas do ninho, a maior parte delas, operárias, e só duas rainhas entre elas.

Os cientistas se surpreenderam com a quantidade de rainhas (Foto: Reprodução/Facebook WSDA)

Depois, no dia 29 de outubro, ao abrirem o tronco da árvore, descobriram que havia muito mais vespas do que imaginavam, eles contaram 76 rainhas. Os entomologistas acreditam que, baseado no tamanho, 108 caixilhos estourados com pupas provavelmente eram de rainhas também. Três rainhas também foram capturadas em um balde d’água próximo, disseram os pesquisadores.

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Eles disseram que não matar as vespas não era uma opção (Foto: Karla Salp / Departamento de Agricultura do Estado de Washington)

“Não há dúvida que se nós não interviéssemos e destruíssemos o ninho, esse número de 200 ninhos seria uma possibilidade”, afirmou o estudioso de insetos, o entomologista Sven-Erik Spichiger. Os pesquisadores também acreditam que haja mais ninhos na região. O WDSA vai continuar o rastramento e montar armadilhas durante três anos, para garantir que a área esteja livre da espécie.

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