Quarteto poliamoroso admite não saber quem é pai de cada filho: “Não faz diferença”

Taya Hartless, 27, Alysia Rogers, 33, Sean, 45, e Tyler, 35, formam um casal poliamoroso, e juntos tiveram dois filhos. Eles admitiram não saber qual é o pai de cada criança, já que todos possuem uma relação única

Resumo da Notícia

  • Taya Hartless, 27, Alysia Rogers, 33, Sean, 45, e Tyler, 35, formam um casal poliamoroso
  • Juntos o quarteto teve dois filhos, mas não sabem quem é o pai de cada criança
  • Segundo Taya, eles não se importam com a indecisão e acreditam ser um detalhe enriquecedor

Taya Hartless, 27, Alysia Rogers, 33, Sean, 45, e Tyler, 35, formam um quarteto poliamoroso, e juntos tiveram dois filhos. Eles admitiram não saber qual é o pai de cada criança, já que todos possuem uma relação única. Os casais se conheceram nas redes sociais, e mesmo cada um já tendo seus respectivos filhos, eles decidiram ter outros dois filhos juntos.

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Porém ninguém sabe quem de fato é o pai de cada criança, pois o relacionamento é compartilhado. Em entrevista ao jornal britânico The Mirror, Taya disse que a dúvida é apenas um detalhe irrelevante e não afeta a relação entre os casais e seus filhos, especialmente por todos estarem bem confortáveis em um lar construído no poliamor.

O quarteto não sabe quem é o pai de cada criança
O quarteto não sabe quem é o pai de cada criança (Foto: Reprodução/The Mirror)

Como as duas mulheres dormem com os dois homens, elas concordaram em se contentar com a indefinição da paternidade de seus filhos e transformar isso em um detalhe enriquecedor de suas vidas poliamorosas, com cuidados divididos entre todos.

“Não nos importamos. Nós não sabemos e não queremos saber, decidimos que todos seríamos pais de todos eles”, disse Taya. Segundo Taya, as crianças a chamam de “mamãe” e chamam Alysia de “mãe”, enquanto Sean é “papai” e Tyler é “pai”. Apesar de ser uma organização familiar atípica, ela garantiu que as crianças sentem orgulho de contar aos amigos que têm “duas mães e dois pais”.

“As pessoas perguntam se eu me incomodo em viver assim, mas faz diferença alguma criança não ser biologicamente minha?”, questionou. “Eu fiquei em casa com eles desde que eles tinham alguns meses e não há nada que mudaria meu relacionamento com eles se eu estivesse biologicamente conectada a eles. Acho muito fácil amar um filho de qualquer uma das pessoas que amo, isso é o mesmo para todas as crianças.”.