Recordação especial! Filho faz urso de brinquedo com camisa usada pelo pai que morreu há 15 anos

Fabio fez uma homenagem ao falecido Luiz, para que as filhas tivessem algo dele para brincar

Resumo da Notícia

  • O psicólogo Fabio Luiz Gadda Guimarães Estral, de 39 anos, pediu para a sogra transformar a camiseta do falecido pai em urso de pelúcia para as filhas.
  • A sogra, dona Oneize Estral, que costura muito bem há 54 anos, aceitou o desafio.
  • O urso será uma homenagem ao Luiz Carlos Guimarães de Araújo, que morreu em 2007.

O psicólogo Fabio Luiz Gadda Guimarães Estral, de 39 anos, guardou de recordação e usava, ás vezes, a blusa branca e azul do pai, Luiz Carlos Guimarães de Araújo, que faleceu em 2007. Após 15 anos, a sogra fez uma transformação na peça de roupa para um urso de pelúcia, um brinquedo perfeito para as netas Maria Luiza, de 9 anos, e Olivia, de 2.

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(Foto: Reprodução/ Campo Grande News/ Arquivo pessoal)

“Eu passei por toda a fase de luto, mas nunca tive coragem de jogar essa camisa fora. Inclusive, até de vez em quando, ainda usava”, disse Fabio ao jornal Campo Grande News.

Ele cuidava para a camisa continuar preservada, mas queria transforma-la em algo novo para guarda-la de lembrança. Então procurou na internet algumas sugestões para inspirações e pediu para a sogra, dona Oneize Estral, que costura muito bem há 54 anos, para fazer a reforma na peça de roupa. Claro, que ela aceitou.

“Agora, minhas filhas vão poder ter um pedacinho da lembrança do avô ainda por muito mais tempo. A camisa já era mais velha que eu, e agora ainda vai durar muito mais, quem sabe até para os netos”, contou Fabio.

Fabio usando a camisa do pai e o ursinho feito pela sogra. (Foto: Reprodução/ Campo Grande News/ Arquivo pessoal)

Relação entre pai e filho

Luiz morreu em 2007 durante a lutava contra o câncer, quando Fabio tinha 25 anos. As netas não conseguiram conhece-lo, mas terão para sempre o brinquedo como homenagem ao avó.

“A gente tinha uma relação bem achegada. Não guardei só a camisa não, guardei também um cachimbo dele, uma estátua de um budha e ainda um anel, que eu nem tenho coragem de usar pra não perder. Meu pai era militar, lembro de vários momentos bons em que ele me levava pra pescar ou no boliche. Ele me incentivou muito a ir estudar em Cuiabá e também lembro de uma cartinha que ele escreveu à mão para mim”, relembrou o filho.