Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima abrem o jogo sobre a criação dos filhos: “Só podem ser feministas”

O casal é pai dos gêmeos João e Francisco, de 13 anos, e Maria Manoela, de 1 ano e meio. A apresentadora e o ator comentaram sobre a privacidade dos filhos e apoio dentro de casa

Resumo da Notícia

  • Posando com a família, Fernanda Lima aceitou pela primeira vez aparecer em revista com a família
  • Ela e Rodrigo Hilbert abriram o jogo sobre a criação dos filhos, Francisco e João, de 13 anos e Maria Manoela, de 1 ano e meio
  • Não só, mais o casal também comentou sobre a privacidade das crianças

Posando com a família, Fernanda Lima aceitou pela primeira vez aparecer em revista com a família, após vários convites recusados. “Me chamam desde que eles nasceram e nunca aceitei”, conta ela, que nunca aceitou por medo de não ser do interesse dos filhos, causando problemas para eles no futuro.

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Mas com o passar do tempo, o casal relaxou com a chegada da filha de 1 ano e meio, Maria Manoela. E o incentivo que faltava para aceitar o convite veio dos próprios filhos mais velhos, João e Francisco, de 13 anos. Já que na família todos são ouvidos. Ao serem consultados, os gêmeos disseram com clareza queriam estampar a capa desta edição de maio, mês das mães.

Casada com Rodrigo Hilbert, desde a chegada dos filhos, eles combinaram que evitariam a exposição demasiada das crianças. “No Rio, muitos paparazzi nos perturbavam, ficávamos um pouco constrangidos e as crianças, pequenininhas, também”, lembra ela. “Eles diziam: ‘Papagaio, mamãe, papagaio, papai. Vamos fugir’”.

Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert abrem o jogo sobre criação dos filhos (Foto: Reprodução / Instagram / @fernandalimaoficial)

Ela ainda contou em entrevista à Marie Claire o momento que os gêmeos descobriram que o pai e a mãe eram pessoas públicas. “Um deles me perguntou se poderia fazer alguma coisa, não lembro o quê. Questionei por que faria aquilo. Ele respondeu: ‘Ué, porque eu sou famoso’”, conta. “Me desceu supermal e comecei a explicar que a fama deveria ser consequência de algo que a pessoa tenha feito, uma contribuição interessante e admirável que traga notoriedade e relevância”.

Pelas regras da casa, os pequenos têm que estudar e treinar muito antes de assumir uma carreira. Os pais se comprometem, em contrapartida, a apoiar qualquer escolha que façam. “Quero criar uma criança inteira em seus sentimentos, desejos, dores e sensibilidades. Tem que chorar, tem que sofrer, pode ficar vulnerável. Não sabe o que quer da vida? Não tem problema, vamos juntos.”

Sobre a criação dos meninos, Rodrigo se orgulha: “Com a Fernanda em casa, não tem como não eles não terem uma criação feminista”, diz ele, fazendo referência aos livros da nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. O amplo acesso da nova geração à informação ajuda nesse sentido. Alguns temas são levantados para discussão pelos próprios meninos, e até os mais difíceis são tratados pelos pais com confiança. “Desde o início, falo para eles: ‘Nada do que vocês me falarem vai me assustar, porque praticamente tudo o que vocês estão vendo e ouvindo a gente já ouviu também ou está ouvindo agora’. Buscamos passar para eles que nos sentimos preparados para ampará-los e para conversar abertamente sobre qualquer questão que tiverem”, pontua a jornalista por formação.