Criança

Rolou desabafo da Giovana Ewbank: ela mostra que não é fácil, MESMO, o processo de adoção e a maternidade

Apresentadora e Bruno Gagliasso moraram no Malaui durante três meses; saiba mais sobre adoção no Brasil

Redação Pais&Filhos

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Foto: Istock

A apresentadora youtuber Giovana Ewbank abriu o coração para falar sobre o processo de adoção de Titi, sua filha com o ator Bruno Gagliasso. No último dia 15 de maio, ela concedeu uma entrevista bem-humorada para o canal da youtuber Thaynara OG. Sobre a adoção, ela comentou:

“A gente ficou no processo de adoção por um ano e meio e foi muito difícil, nós aqui e ela lá. A gente querendo que ela estivesse aqui. Foi um período de muita angústia, ansiedade e medo, então, foi um momento em que descontei tudo na comida. Tivemos que morar no Malaui durante três meses, na fase final do processo, quando estávamos com a guarda provisória e ficamos lá esperando a definitiva. Foram meses de muita ansiedade, a gente comia muito, eu engordei 6 quilos. Mas, depois relaxei, não fiquei ‘noiada’ querendo voltar, eu curti. Eu digo que quando engravidei da Titi, engordei 6 quilos”, disse a apresentadora.

No programa, Thaynara pesquisava na internet o nome de Giovana e uma letra, pedindo que a mãe de Titi comentasse sobre o que mais as pessoas buscavam sobre a apresentadora com a respectiva letra, o que fez com que Giovana também falasse sobre o fato de ser constantemente cobrada para engravidar e como se sente sobre o assunto.

“Todo mundo quer que eu engravide, é muito louco isso. Eu pretendo em algum momento da vida, mas não agora. Eu nunca tive vontade de ter filhos antes de ter encontrado minha filha. Ali que tudo mudou. Mas, para mim, não faz diferença engravidar ou não, filho é filho, independente de ser da barriga ou não. Eu acho muito louco isso, que, às vezes, perguntam: “mas você não tem vontade de ter filho seu?”. Eu falo: “amor, não tem diferença, é minha filha. Filho é filho, independente se é da barriga ou não”. Essa coisa é muito errada, as pessoas precisam mudar um pouco a mentalidade. Não tenho pressa, nem vontade de ter biológico, pelo menos, não agora.”

Adoção no Brasil
Giovana Ewbank e Bruno Gagliasso participaram de um processo de adoção internacional, que durou, aproximadamente, um ano e meio, antes de poderem trazer, em maio de 2016, a pequena Titi para casa.
No Brasil, até fevereiro deste ano, não havia prazo máximo para a duração de um processo de adoção. Agora, o limite é de 120 dias. Segundo dados do Cadastro Nacional de Adoção, em maio de 2017, mais de 6,5 mil crianças e adolescentes esperavam por uma família.

Por aqui, qualquer pessoa maior de 18 anos, pode entrar com um pedido de adoção. Entretanto, a diferença de idade entre adotante e adotado deve ser de, no mínimo, 16 anos. Outra exigência é que pessoas casadas, ou que vive em uma união estável, devem fazer um pedido conjunto.

Vale lembrar, que a adoção é um ato de amor. Porém, exige muita responsabilidade. Portanto, se você deseja adotar uma criança, procure se informar, pesquisar as leis e se preparar, sendo que a ajuda de profissionais especializados costuma ser muito valiosa.

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