Russa quer 100 filhos para ter maior família do mundo e pede ajuda de barrigas solidárias

Christina Ozturk, de 23 anos, já tem 11 bebês e vai oferecer cerca de 52 mil reais para mulheres que aceitem gestacionar seus herdeiros

Resumo da Notícia

  • Uma russa de 23 anos quer ter mais de 100 filhos
  • Christina Ozturk já tem 11 bebês
  • A mãe está procurando várias barrigas solidárias que estejam dispostas a acelerar o processo

Uma russa de 23 anos carrega um objetivo bem diferente em mente: ela quer ter mais de 100 filhos. Christina Ozturk já tem 11 crianças para chamar de sua, mas ainda vai percorrer um longo caminho até conseguir todos os herdeiros que deseja. Assim, a mãe está procurando várias barrigas solidárias que estejam dispostas a acelerar o processo e ajudá-la a ter a maior família do mundo.

-Publicidade-
Christina e e Galip querem ter 100 filhos (Foto: Reprodução / Daily Star)

A jovem é casada com um empresário do ramo hoteleiro, Galip Ozturk, e vive em Batumi, na costa do Mar Negro. O homem já era pai antes de conhecer Christina, mas não se opôs ao plano mirabolante da companheira. Na verdade, Galip pretende desembolsar o equivalente a R$52 mil para as mulheres que alugarem a própria barriga.

Segundo a russa, todo o processo é feito através de uma clínica especializada, então a família não chega a ter contato direto com as mulheres durante a gravidez. “A clínica em Batumi escolhe mães de aluguel para nós e assume total responsabilidade pelo processo. Não conhecemos pessoalmente as mães de aluguel e não temos contato direto com elas para evitar problemas após a gravidez”, disse em entrevista ao Daily Star.

-Publicidade-
A russa quer ter a maior família do mundo (Foto: Reprodução / Daily Starr)

A última filha do casal a nascer foi Olívia, que chegou ao mundo em janeiro. De acordo com Christina, eles têm preferência por mulheres jovens e que já ficaram grávidas antes. O casal também pede para que a clínica verifique se as voluntárias não tem algum vício, como o tabaco.

“Toda a comunicação é feita pelo ambulatório, a gente só acompanha os indicadores de saúde, faço um cardápio alimentar para as mães para que a alimentação fique completa, vejo o resultado dos exames”, explicou a jovem.

-Publicidade-