Sabrina Petraglia fala sobre o medo de amamentar o filho prematuro

Gael nasceu e ficou 19 dias na UTI

Sabrina Petraglia passou um apuro com o filho no UTI (Foto: Reprodução/Instagram @sabrinapetraglia)

Sabrina Petraglia, mãe de Gael, é uma das embaixadoras da OMS e da Unicef para a semana Mundial de Aleitamento e desde do dia 29 de julho está fazendo campanha sobre isso nas redes sociais. Mas na última quinta-feria, 31 de julho, falou sobre a dificuldade que teve para amamentar o filho que nasceu prematuro.

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A atriz começa o texto falando que sempre estudou muito sobre o assunto e tinha em mente que a realidade poderia ser bem diferente de algumas cenas encontradas nas fotos por aí. “Estudei muito durante a gravidez e sabia que amamentar seria um capítulo especial, que poderia não ser fácil… e não foi mesmo!”

“Nos 19 dias de UTI, Gael conheceu a sonda, a mamadeira e só depois ele pôde vir pro meu peito. Graças a Deus ele pegou, não rejeitou. Graças a Deus eu posso amamentar meu filho e ter essa dádiva. Tive que lutar para estimular o leite e quando finalmente tudo parecia bem, descobrimos uma alergia que fez a minha alimentação mudar radicalmente para seguir amamentando”, explica.

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“Amamentar é muito mais do que alimentar… é vínculo, aconchego, proteção, segurança… é também um ato político pra essa indústria que tenta fazer a gente acreditar que não somos capazes, que nosso leite é fraco ou que não é suficiente. A natureza é sabia, perfeita!”.

“A gente só precisa acreditar e ter apoio, principalmente de quem a gente ama. Agradeço demais a minha rede, ao Ramon que me apoiou e me blindou e a família que embarcou comigo e me deu todo o suporte pra que eu só me preocupasse em amamentar. Cá estou!”, e encerra dizendo que segue firme e forte.

Sabrina Petraglia é mãe de Gael (Foto: Reprodução/Instagram @sabrinapetraglia)

 

A importância do leite materno

Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, para as crianças de até 6 meses de idade, o leite materno é um alimento tão completo que já tem a quantidade necessária de água para manter o bebê bem hidratado.

“Existem pesquisas que mostram que amamentar com leite materno faz com que as crianças tenham mais pontos de QI, maior desenvolvimento emocional e imunológico. Além disso, ele beneficia o trato gastrointestinal, a cavidade oral, é capaz de prevenir alergias e outras doenças, como a obesidade e o diabetes”, ressalta a consultora em aleitamento materno pela Universidade da Califórnia, Eneida Souza, mãe de Júlia, Beatriz e Daniel.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta que o leite materno seja ofertado de forma exclusiva até o sexto mês de vida e, de maneira complementar, até os 2 anos de idade.

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