Sandy fala que “seguraria” o filho se quisesse ser artista e explica o motivo

Durante uma entrevista coletiva, a cantora e o irmão, Junior, falaram sobre o show de 30 anos e ainda sobre mostrarem as músicas antigas para Theo e Otto

Resumo da Notícia

  • Sandy e Junior falaram sobre a turnê de 30 anos
  • A dupla ainda comentou sobre mostrar as músicas antigas para os filhos
  • A cantora explicou a decisão do que faria se Theo quisesse seguir carreira artística
  • Eles ainda falaram sobre serem inspirações para outras pessoas
Os irmãos contaram que mostram as músicas antigas para os filhos (Foto: Reprodução/Instagram @junior_lima)

Durante uma coletiva de imprensa na quinta-feira, 9 de julho, Sandy e Junior contaram sobre a estreia do DVD Nossa História, que marcou os 30 anos da dupla. Sobre as músicas, eles disseram ainda que mostram a trajetória para os filhos, que acontece desde a infância.

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Ao falar sobre Theo, fruto do relacionamento com Lucas Lima, a cantora disse que se o filho optar pela carreira artistica, será mais restritiva e criteriosa. “Nos anos 90 podia tudo. Não tinha esse olhar mais crítico por trás das coisas. Com certeza eu seguraria o Theo se ele tentasse ser artista, tomaria mais cuidado. Mas a nossa história aconteceu naquela época, e eu sou muito realizada. Claro que tive meus tropeços, mas funcionam para aprendizado”.

Sandy explicou a decisão de orientar melhor Theo se ele quisesse seguir a carreira artística (Foto: reprodução / Instagram @sandyoficial)

Já Junior completou: “É só ver que cantávamos Maria Chiquinha! Adoro botar umas músicas de Sandy e Junior para o Otto. Mostro umas musiquinhas mais antigas, como Aniversário do Tatu. Desde os oito meses, ele já bate à porta por causa de Abre a Porta, Mariquinha”.

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Sobre serem inspirações para outros artistas, a dupla ficou muito feliz e contou como se sentem: “Alguns artistas já falaram publicamente que gostam do nosso trabalho. Até alguns que admiro. Isso é gratificante”, disse Sandy. Na tour, alguns bailarinos falaram que começaram a dançar reproduzindo nossas coreografias. É bom ver que a gente começou a influenciar outras pessoas a viver com arte. Faz carinho na alma”, concluiu Junior.

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