Família

Ser pai é: “não precisar de fórmulas secretas e ter uma coisa: o amor de seu filho”

Ele conta que já passou poucas e boas, mas nada foi em vão por causa de seu filho

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

(Créditos: Yuri Carvalho)

(Créditos: Yuri Carvalho)

Na edição de janeiro da revista Pais&Filhos, o Nicácio Belfort, pai de Benjamin, mostrou como a paternidade mudou a vida dele na seção Conversa de Homem. Segundo ele, todo pai fica bobão, protetor e besta (do jeito bom, óbvio!). Olha só o que ele escreveu:

“Parei para pensar sobre a paternidade e como ela muda nossa vida. As noites de sono não são mais as mesmas e sua rotina se transforma completamente. Eu não sabia nem segurar um recém-nascido. Mas quando meu filho nasceu tive que aprender, ou melhor, quis aprender.

Soube que alguns pais que não ajudavam suas esposas e sempre sonhei em não fazer parte dessa estatística. Respeito, porém acho uma babaquice, quem não quer trocar uma fralda, ajudar no banho, alimentar, sair para passear e entre outras coisas que vem com título de pai.

Os trocadores continuam nos banheiros femininos, já passei por isso, tive que ir assim mesmo, quem nunca? Tem que ser muito pai para fazer algo que nunca nem passou na sua cabeça. A gente fica besta, bobão, protetor, mas, às vezes deixo o meu bebê chorar.

Sou um pai como muitos, admiro aquele que acha a coisa mais linda do mundo trocar uma fralda, eu já coloquei do lado errado (rsrsrs). Já dei banho e deixei cair sabonete nos olhos meu filho; já peguei a colher que caiu no chão, soprei e usei novamente; já deixei meu bebê se machucar por falta de atenção. Pai é humano, erra querendo acertar. Faz mesmo sem saber como e age por impulso por não ter o sexto sentido da mãe. Tenta ser melhor pai que o seu foi.

Mas na verdade, parei de pensar sobre tudo isso que envolve o universo paterno. Como o papai aqui é inexperiente, quem sabe um dia a gente consegue chegar lá. Não precisa de fórmulas secretas, só uma coisa é necessária para ser o melhor pai do mundo: o amor de seu filho. Então, se até hoje você não ajudava, tente. Você vai ser lembrado por todo o carinho do mundo que deu ao seu filho e por estar presente na vida dele. Acredito que só assim conseguimos ser pais.

Escrevo este texto com o Ben dormindo no meu colo. Meu braço pode até estar dormente, mas isso é pouco, sabemos que toda mãe é sensacional. Faz tudo e mais um pouco, nós pais não chegamos nem perto do seu patamar, pense nisso!”

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