Família

Tatá Werneck compartilha foto inédita da filha e abre o coração sobre a primeira noite com a bebê

Nathalia Lopes

Nathalia Lopes ,Filha de Márcia e Toninho

A foto foi tirada pela fotógrafa Daniela Justus (Foto: reprodução / Instagram)

Tatá Werneck é mãe de uma menina que nasceu na última quarta-feira, 23 de outubro, e já confessou que não consegue sair de perto da filha. A apresentadora que já compartilhou algumas fotos do parto, continua contando as novidades de ter um bebê nos braços.

Tanto é que, na madrugada desta quinta-feira, Tatá publicou outras foto inédita da filha e abriu o coração para dizer como está foi a rotina da primeira noite da filha, ainda sem o nome revelado. A comediante disse que que por mais que seja a filha que a acorde para mamar, ela poderia ficar acordando a filha o tempo todo só para matar as saudades.

O clique é lindo, mostra um pouco da bebê no colo da mãe e a legenda de Tatá só faz tudo ter mais sentindo. “Meu amor… você me acorda de duas em duas horas mas minha vontade é te acordar de 20 em 20 min de saudade”, escreveu a mais nova mãe.

E é claro que ela foi extremamente elogiada pelos amigos e seguidores. “Linda! Que momento! Que Santa Terezinha passe a frente e te leve ao coração de Deus todos os dias com sua pequena! Parabéns Mãezona!”, comentou Paloma Bernardi. “Amor, muita saúde, proteção e paz pra vocês! Que seja linda essa jornada que se inicia. Te amamos muito! Conte conosco! Qualquer coisa liga pra dúvidas eventuais. Sou quase uma enciclopédia para pais de primeira viagem 🤣. Te amo!”, disse outro amigo de Tatá.

Que registro mais bonito! (Foto: reprodução/Instagram @tatawerneck)

O parto 

Tatá Werneck deu à luz sua primeira filha, fruto do relacionamento com o ator Rafael Vitti, na madrugada desta quarta-feira (23). Segundo a coluna da jornalista Patrícia Kogut, a atriz chegou à maternidade com contrações, em trabalho de parto, mas teve que passar por uma cesárea. A cirurgia foi indicada porque a atriz estava com diabetes gestacional. “Eu fiquei com aquela diabetes (diabetes gestacional) e tive que fazer” explicou Tatá após cirurgia, dizendo ainda estar “grogue”.

O que é diabetes gestacional?

A diabetes gestacional é um distúrbio caracterizado pelo aumento do nível de açúcar no sangue nas grávidas e que pode levar a futuros problemas de saúde, tanto para a mãe, quanto para o bebê. Segundo o Ministério da Saúde, o diabetes gestacional afeta cerca de 18% das gestantes. Os casos da doença têm  aumentado expressivamente. Os últimos estudos relacionam esse aumento às mudanças nos critérios para seu diagnóstico e a fatores como obesidade, sedentarismo e maus hábitos alimentares da população. 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) passou a considerar glicemia elevada e alerta de diabetes gestacional as taxas de 92 mg/l de glicose no sangue quando analisado em jejum. Antes, esse valor era de 95 mg/l. A nova diretriz prova que o diabetes quando aparece na gestação é um sinal de alerta e precisa ser diagnosticado e tratado o quanto antes. Segundo Maurício Sobral, ginecologista e obstetra, pai de Luiza e Beatriz, a doença não costuma apresentar sintomas específicos, por isso pode ser confundida com os da própria gravidez, afinal inchaço e ganho de peso, por exemplo, são comuns.

(Foto: Reprodução/Instagram)

Como desconfiar do problema?  

Algumas mulheres são mais predispostas a terem a doença do que outras, especialmente se a gestação for tardia. “Primeiramente se o exame do açúcar no sangue tiver alterações, ou seja, maior que 92mg/dl em jejum. Depois, se a paciente tem histórico de diabetes na família ou na gravidez passada deve ficar muito atenta”, explica Maurício. A gestante também deve suspeitar quando começa a engordar e apresentar inchaço nas extremidades acima do normal. A elevação da pressão sanguínea é um sinal indireto. Na ultrassonografia, seu médico pode notar sinais como o bebê aumentar muito de tamanho e peso e o líquido amniótico aumentar de volume.

Quais são as consequências?

O diabetes gestacional causa o aumento dos níveis de glicose no sangue. Geralmente, o problema desaparece depois do nascimento da criança, mas, quando não tratada, pode trazer riscos à saúde do bebê, como parto prematuro, doenças cardíacas, desenvolvimento da síndrome da angústia respiratória (que é a dificuldade para respirar ao nascer), icterícia e obesidade na infância ou adolescência.  

Diagnóstico e tratamento

De acordo com a obstetra endócrina, da Endoclínica São Paulo, Dra. Ana Claudia Amaral de Souza, o diabetes gestacional pode ser diagnosticado desde o início da gravidez, a partir dos primeiros exames realizados no pré-natal, ou se manifestar mais tardiamente, em geral, a partir da 24ª semana de gestação. O problema acontece pois durante a gravidez a placenta produz uma série de hormônios que podem levar a resistência da ação da insulina, hormônio responsável por controlar a glicose no sangue. 

A doença pode ser descoberta por meio de exames como de glicemia de jejum, curva glicêmica e hemoglobina glicada, que devem ser indicados pelo seu ginecologista ou obstetra. A partir daí, o acompanhamento médico se torna mais específico e deve inclui avaliações periódicas e mais detalhadas. “Além das consultas com o obstetra, é muito importante que a gestante opte por uma mudança de hábitos, incluindo uma dieta saudável e a prática de exercícios, que auxiliam no controle dos níveis de glicose no sangue e no funcionamento da insulina”, comenta o Dr. Maurício. O tratamento depende muito do caso. Pode ser somente com exercícios e dieta até o uso de insulina. “Em casos mais complicados, tem de internar a paciente para controlar o açúcar no sangue e monitorar o bem-estar do bebê”, finaliza o especialista. Apesar do caso de Tatá, a diabetes gestacional, em si, não é indicação para o parto cirúrgico. 

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A dúvida continua: Tatá Werneck não coloca enfeite com nome da filha em quarto do hospital