TikTok remove 20 milhões de contas por suspeita de usuários serem menores de 13 anos

A preocupação é a segurança dos menores de idade, bem como prevenir o acesso dos menos a conteúdos que pautem nudez e atividade sexual envolvendo crianças e adolescentes

Resumo da Notícia

  • TikTok remove 20 milhões de contas por suspeita de usuários serem menores de 13 anos
  • A preocupação é a segurança dos menores de idade, bem como prevenir o acesso dos menos a conteúdos que pautem nudez e atividade sexual envolvendo crianças e adolescentes
  • Esse foi o maior número de remoção de usuários desde 2020

A plataforma de rede social, TikTok, removeu 20,2 milhões de contas no primeiro trimestre de 2022 por suspeita de alguns usuários serem menores de 13 anos, algo que vai contra as regras do veículo. Segundo reportagem do portal jornalístico g1, o número é o maior desde que o relatório de aplicações das diretridez da plataforma digital foi divulgado, ainda em 2020.

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A preocupação é a segurança dos menores de idade, bem como prevenir o acesso dos menos a conteúdos que pautem nudez e atividade sexual envolvendo crianças e adolescentes. Tais atividades geram danos físicos e psicológicos aos menores e baseiam-se na exploração sexual e comportamento de aliciamento.

“A nossa subpolítica de ‘nudez e atividade sexual envolvendo menores’ proíbe uma ampla gama de conteúdos, inclusive ‘menores com roupas mínimas’ e ‘dança sexualmente explícita. Estas duas categorias representam a maioria dos conteúdos removidos com base nessa subpolítica. Materiais de abuso sexual infantil (CSAM, na sigla em inglês) são contabilizados separadamente”, disse o TikTok, segundo o g1.

Além disso, os principais motivos pelos quais os vídeos foram derrubados, são: segurança de menores, atividades ilegais e marcadorias regulamentadas, nudez de adultos e atividades sexuais, conteúdo violento e explicíto, autolesão e atos perigosos e assédio e bullying.

Dancinhas do TikTok podem ajudar no desenvolvimento do seu cérebro e a ciência explica como!

Seu filho também adora fazer uma dancinha do TikTok? Talvez esse seja seu momento para se juntar a ele! Você sabia que a febre entre as crianças pode, além de ser divertida, ajudar no desenvolvimento do cérebro? Mas, claro, tudo precisa ser feito com moderação, não é para ficar o dia todo em frente ao celular tentando decorar o ritmo, mas uma dancinha ou outra não faz mal a ninguém (aliás, faz até bem!).

De acordo com informações da empresa Supera, que trabalha promovendo “ginástica para o cérebro”, mesmo uma coreografia curta, passível de repetição,  pode ser um desafio e tanto para o cérebro que não está acostumado à novidade de fazer tantas tarefas ao mesmo tempo. Além dos movimentos, a dança é sempre acompanhada de música,  que estimula a memória autobiográfica e a memória motora, já que os passos necessitam ser decorados.

As dancinhas do TikTok podem fazer bem para o cérebro em todas as idades
As dancinhas do TikTok podem fazer bem para o cérebro em todas as idades (Foto: Getty Images)

Livia Ciacci, neurocientista do Supera – Ginástica para o cérebro, explica que uma dança no aplicativo também pode estimular a habilidade visuoespacial: “Uma dança mesmo que curta no Tik Tok aciona a habilidade visual e espacial, aquela que usamos para a realização de tarefas simples como localizar-se, deslocar-se, interagir com o meio e interpretar formas e cores. A dança possibilita, através da orientação espacial da percepção do ambiente, a estimulação dessa função cognitiva fundamental para o nosso desenvolvimento”, destacou.

Além disso, claro, seu filho vai amar poder participar desse momento com você e contar para os amigos que os pais – descolados – também entraram na dança (literalmente!). A dica de Livia é buscar sempre aprender uma coreografia nova e ir trocando. “O que o nosso cérebro precisa para se desenvolver corretamente é novidade, variedade e grau de desafio crescente. Se um passo de dança que parece difícil quando ensaiado já não assusta mais, significa que para o seu cérebro essa dança ou qualquer outra ação já não é mais um desafio ou seja: ele voltou para a zona de conforto”, explica ela. Leia aqui a matéria na íntegra.