Família

Toda mãe precisa fazer escolhas! Fomos atrás das respostas, vem ver o que encontramos!

Qual foi sua principal escolha como mãe?

Jennifer Detlinger

Jennifer Detlinger ,Filha de Lucila e Paulo

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Foto:Istock

Na sexta-feira (11) que antecedeu o Dia das Mães, nós demos (e ganhamos) um presentão para nossos leitores e seguidores. Em parceria com o time da Youse, fizemos um bate-papo superbacana, transmitido ao vivo pela nossa página do Facebook, com o tema “Qual foi a sua principal escolha como mãe?”.

(Foto: Divulgação/Pais&Filhos)

(Foto: Divulgação/Pais&Filhos)

Mediada pela nossa editora-chefe Andressa Simonini, a conversa teve a presença mais que especial de Cris Guerra, publicitária, escritora e mãe de Francisco, e de Luciana da Mata, head de Customer Experience na Youse e mãe de Luiza. O live foi um sucesso! Foram 112 mil visualizações, 2 mil curtidas e 67 compartilhamentos no Facebook.

O bate-papo começou com a pergunta-tema do live. Para Cris, sua principal escolha como mãe é relacionada ao seu modelo de trabalho. Depois da chegada de Francisco, ela se tornou autônoma e ganhou uma maior flexibilidade para estar ao lado dele. “Ele me ensinou várias coisas que eu poderia ser e até então não sabia. Foi a maternidade que me permitiu ir além no meu lado profissional”. Foi só depois do nascimento de Francisco que Cris começou a escrever os livros “Para Francisco”, “Mãe”, “Que Ninguém Nos Ouça” e “Moda Intuitiva”.

(Foto: Divulgação/Pais&Filhos)

O live acabou da melhor forma: com os filhos de Cris e Luciana, Francisco e Luiza! Na foto, nossa editora-chefe Andressa Simonini e Bob Friandes, Social Media Strategist da Youse (Foto: Divulgação/Pais&Filhos)

Para Luciana, a maternidade mudou completamente sua visão de liderança. Depois do nascimento de Luiza, ela passou a exercer o papel de desenvolver as pessoas e seus funcionários e a tratá-los com mais sensibilidade. “Eu era uma líder profissional muito dura e severa. Com a chegada da Luiza, o egoísmo passou a não existir mais e eu comecei a me colocar no lugar dos outros, a ter mais empatia”. Sobre sua escolha profissional, Luciana conta que não sabia o que seria no futuro, mas tinha a única certeza de que seria mãe.

No decorrer da conversa, Cris contou sobre as perdas que enfrentou, e como foi superar a morte do pai de Francisco quando ela estava no sétimo mês de gravidez. “Eu me vi diante da realidade, da maior tristeza e maior alegria, tudo ao mesmo tempo. Mas foi essa dor, junto com a vinda do meu filho, que me transformou. Costumo dizer que foi o Francisco que me pariu, e não o contrário”.