Vizinhos descrevem comportamento de anestesista preso por estuprar grávida: “Tinha tudo”

O Giovanni Quintella Bezerra morava sozinho em um apartamento situado na Barra da Tijuca, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Os vizinhos disseram, em entrevista ao jornal O Globo, que o anestesista não costumava receber visitas no local

Resumo da Notícia

  • Os vizinhos de Giovanni Quintella Bezerra disseram que ele mal recebia convidados em sue apartamento. No entanto, sempre estava acompanhado de mulheres
  • As pessoas que moram na mesma região que o médico ficaram surpresos com a frieza em que o Giovanni agiu ao cometer o estupro
  • O anestesista foi preso em flagrante por estuprar paciente que passava por parto cesárea

O médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra, preso em flagrante por estuprar uma parturiente durante a cesárea dela, era notado pela vizinhança como alguém “extremamente vaidoso”. Em relato ao jornal O Globo, os moradores da região em que o médico morava detalhavam o comportamento do homem fora do local de trabalho. Ainda de acordo com a reportagem, os pais de Giovanni estão enfrentando as consequências pelos atos criminosos do filho.

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O Giovanni morava sozinho em um apartamento situado na Barra da Tijuca, localizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Por conta da repercussão do caso de estupro cometido pelo anestesista, o dono do imóvel em que o médico morava teria solicitado aos pais de Quintella para desocupar o local. Ainda de acordo com a reportagem, em visitas ao apartamento em questão, os pais do investigado chegam sempre cedo, com semblante sério e sem falar com ninguém.

O médico anestesista foi preso em flagrante
O médico anestesista foi preso em flagrante (Foto: Reprodução / TV Globo)

As fontes da matéria jornalística do O Globo contaram que o Giovanni era uma pessoa vaidosa e cuidava da aparência. No entanto, era alguém reservado e não dava abertura para aproximações. “Era extremamente vaidoso, às vezes ficava na academia até o último horário. Treinava com um personal trainer e nunca batia papo com mais ninguém”, afirmou a testemunha não identificada.

Além disso, a vizinhança teria ficado surpreendida com a frieza dos atos cometidos pelo anestesista. “Todos ficaram chocados. A gente via o Giovanni diariamente. É bem estranho pensar que ele fez aquilo. Ele parecia normal”, afirmou outra testemunha.

Por fim, ainda de acordo com as pessoas ouvidas, o anestesista não tinha o hábito de receber visitas no apartamento, mas ele estava sempre acompanhado por mulheres. “Ele era rico, tinha uma condição boa, uma namorada linda. Ele tinha tudo, não dá para entender”.