Volta às aulas presenciais: cidade de SP confirma data de retorno nas escolas municipais

A partir do retorno presencial das escolas da rede municipal, devem continuar sendo seguidas todas as medidas de proteção, como distanciamento de 1 metro, uso de máscara e também aferição da temperatura

Resumo da Notícia

  • A prefeitura de São Paulo confirmou a data para o retorno das aulas presenciais
  • As creches devem respeitar a capacidade de 60% dos alunos
  • Nas outras séries, as atividades podem ser retomadas em até 100%

Nesta terça-feira, 20 de julho, a prefeitura de São Paulo confirmou o retorno das aulas presenciais nas escolas municipais. Vale lembrar que não haverá um limite em relação à capacidade, com exceção das creches, que devem respeitar a taxa de 60% de ocupação.

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A partir do anúncio, as aulas serão retomadas no dia 2 de agosto. No segundo semestre, as escolas municipais, estaduais e particulares poderão retomar as atividades em massa. “Continuamos seguindo a recomendação da Saúde. No caso da CEIs, que são as creches, de zero a três anos, haverá uma limitação de 60%. Não há rodízio, portanto há essa limitação”, explica Fernando Padua, secretário municipal da Educação.

A volta às aulas nas escolas municipais acontece no dia 2 de agosto (Foto: Getty Images)

As outras modalidades, podem receber até 100% dos alunos, ou ainda dividir em duas turmas, caso seja necessário. A gestão do prefeito Ricardo Nunes estima que as 589 EMEIs (Escolas Municipais de Educação Infantil) devem fazer o esquema de divisão das turmas.

Mesmo com o retorno presencial, a presença dos alunos continua opcional. De acordo com o secretário, os alunos com comorbidades devem continuar mantendo as atividades no ensino remoto. Com o retorno, medidas de proteção como aferição de temperatura, uso de máscara e distanciamento de 1 metro entre os alunos devem ser mantidas.

“Cada escola fará sua organização, de acordo com o número de alunos e o tamanho e metragem dessa escola. Vale lembrar que os alunos com alguma comorbidade devem ficar em casa. E continua valendo a lei municipal dizendo que a ida presencial do aluno à escola é uma decisão deles”, completa Fernando Padua.