Gravidez

Cantora famosa dos anos 90 anuncia gravidez aos 44 anos através de produção independente

Natalie Imbruglia está esperando o primeiro filho

Izabel Gimenez

Izabel Gimenez ,filha de Laura e Décio

A cantora está grávida do primeiro filho (Foto: reprodução / instagram)

Natalie Imbruglia, cantora e compositora que fez o maios sucesso nos anos 90, anunciou em seu Instagram que está esperando o primeiro filho aos 44 anos, na quarta-feira, dia 24 de julho.”E como vocês podem ver na foto, tem outra novidade (não, eu não engoli uma melancia). Eu estou esperando meu primeiro filho neste outono”, brincou a cantora no seu perfil pessoal.

A australiana, que está solteira, decidiu fazer uma produção independente por meio de fertilização in vitro com a ajuda de um doador de esperma. O sonho de ser mãe já existia em sua vida, mas nunca tinha encontrado o parceiro ideal.”Para aqueles de vocês que me conhecem, isso tem sido algo que eu queria há muito tempo e sou abençoada que isso se tornou possível com a ajuda de fertilização in vitro e um doador de esperma – não vou dizer mais nada sobre isso publicamente”, completou.

Para quem não lembra, Natalie fez o maior sucesso no mundo da música com algumas canções que bombaram em 1977. Por exemplo, Torn, gravada em 1995 pela banda The Cure. A canção foi single do álbum de nova mãe, Left of the Middle, e bombou em várias rádios!

Inseminação artificial x Fertilização in vitro: qual a diferença?

A reprodução assistida é uma boa alternativa para os casais que não podem engravidar conseguirem realizar o sonho de ter filhos. Mas em meio ao turbilhão de emoções, surgem as dúvidas. Qual é a diferença fertilização in vitro e inseminação artificial? É tudo a mesma coisa?

De fato, ambas são técnicas de reprodução assistida. Mas a dificuldade de ter filhos pode ter diversos motivos, tanto masculinos como femininos, e cada combinação de condições é responsável por determinar o procedimento adequado. Nos casos mais simples, normalmente é escolhida a inseminação artificial, enquanto para os mais complexos, a fertilização in vitro é a mais indicada. Conversamos com a Dra. Melissa Cavagnoli, especialista em reprodução assistida da Huntington Medicina Reprodutiva, mãe de Maria Luisa, para entender as diferenças entre os procedimentos. Basicamente, o que difere a fertilização da inseminação é a maneira como os óvulos são fecundados.

A inseminação artificial consiste em encurtar o caminho percorrido pelos espermatozoides. Ou seja, o sêmen do parceiro ou de um banco de espermatozoides é coletado e introduzido diretamente no útero da mulher para então fecundar o óvulo e gerar o feto. “É um método de baixa complexidade, como se a gente desse uma ajudinha para a natureza”, explica Melissa. Com o campo livre, a corrida até o óvulo ocorre sem problemas.  Para potencializar as chances de sucesso, a paciente toma uma medicação à base de hormônios, como o HCG, que estimula a ovulação. Enquanto isso, o sêmen do parceiro é colhido em laboratório e os espermatozoides com maior mobilidade, que têm mais potencial, são separados e injetados no útero. Caso o homem produza poucos espermatozoides, o sêmen é coletado e tratado para que sua concentração aumente.

(Foto: Getty Images)

Já a fertilização in vitro, também conhecida como FIV, é um procedimento mais complexo. Nela, a origem da vida acontece fora do corpo da futura mãe. De acordo com Melissa, esse método é indicado quando as tubas uterinas são obstruídas, impedindo a fertilização natural, ou pouco competentes, além de casos de endometriose profunda, ovário policístico, idade mais avançada da mulher, homens com alteração no sêmen — como baixa concentração ou mobilidade — e possíveis alterações genéticas que podem ser transmitidas ao bebê.

O processo consiste em cinco etapas. Primeiro, a mulher é medicada para estimular o crescimento de mais de um óvulo por ciclo menstrual, com injeções diárias à base dos hormônios usados no procedimento da inseminação.

Depois, esses óvulos são aspirados por uma agulha e colocados em uma substância cheia de nutrientes para mantê-los vivos no laboratório.  Os espermatozoides são adicionados aos gametas femininos para que um deles consiga fecundar o óvulo. Com a fertilização, o embrião é mantido em uma estufa, onde começa a divisão celular. Se o processo for bem sucedido, após cinco dias o embrião é colocado no útero da mulher. Segundo Melissa, se dois embriões forem

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