Carolinie Figueiredo diz que sofreu violência obstétrica e relata: “Descobri depois de 2 anos”

A ex-atriz de Malhação contou recentemente em um bate-papo com Nathalia Dill sobre a experiência doo parto da primeira filha, Bruna, hoje com 8 anos

Resumo da Notícia

  • A atriz Carolinie Figueiredo é famosa pela participação em Malhação
  • A atriz contou que sofreu com violência obstétrica durante o parto da primeira filha, Bruna, hoje com 8 anos
  • Carolinie é mãe de Theo, de 6 anos, ambos da união com o ator Guga Coelho

A atriz Carolinie Figueiredo, famosa pela participação em Malhação, contou recentemente em um bate-papo com Nathalia Dill que sofreu com violência obstétrica durante o parto da primeira filha, Bruna, hoje com 8 anos.

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Carolinie é mãe de Bruna e Theo (Foto: Reprodução / Instagram / @carolinie_figueiredo)

Na live, a artista descreveu o momento do parto. “Bruna nasceu num hospital, mas nasceu de uma violência obstétrica. Foi um parto normal, porque nasceu da minha vagina e eu não tomei anestesia, mas dois anos depois eu descobri que sofri violência obstétrica. Eu pari gritando “não, não, não!” e um enfermeiro empurrando a Bruna para nascer, sabe? (…) Depois de passar por tudo isso, tive a responsabilidade de ser uma voz comunicando isso”, relatou ela.

Carolinie virou mãe de 2 aos 23 anos (Foto: Reprodução / Instagram / @carolinie_figueiredo)

A atriz também falou sobre a experiência da maternidade na juventude. Além de Bruna, Carolinie é mãe de Theo, de 6 anos, ambos da união com o ator Guga Coelho. “Com 23 anos, eu já era mãe de dois. Interrompi uma carreira que “Nossa, vai para frente! Uau!”. Interrompi todo um sonho de infância. Não construí uma maturidade emocional e uma segurança financeira para ter filho”, desabafou.

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Hoje, a atriz debate sobre maternidade no Instagram (Foto: Reprodução / Instagram / @carolinie_figueiredo)

Hoje,Carolinie trabalha também como educadora parental, dando cursos sobre o tema.”Eu só reconectei com a minha filha quando ela ficou doente, na UTI (…) Ali eu dei uma acordada. Mas meu lugar na maternidade é de muito esforço, de muita falta de consciência. Tive filho sem ter me planejado conscientemente, sem trabalhar minha criança interior… Vejo que a maternidade nos é vendida como “a realização da mulher, a completude, dei o check no sucesso da vida”… Só que quando chega ali na realidade é um susto”, afirma.

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