Gravidez

Estudo mostra como o aquecimento global pode prejudicar a gravidez

Cientistas defendem que a temperatura alta pode aumentar o índice de bebês prematuros

Bruna Floriano

Bruna Floriano ,filha de Renata e Sérgio

(Foto: reprodução/ Getty Images)

Um estudo, que foi publicado esta semana na revista Nature Climate Change, explica como o aquecimento global e as mudanças de temperaturas afetam a gestação das mulheres. Por exemplo, quando a temperatura ultrapassa os 32,2 graus Celsius, as taxas de natalidade aumentam em 5%.

Segundo a pesquisa, 56 milhões de nascimentos precoces podem ter sido causados pelo aquecimento global, já que interfere diretamente com o aumento das temperaturas em diversos locais do mundo. Isso é possível comprovar pois, quando as temperaturas diminuem, os números de crianças pré-maturas também diminuem.

O maior problema disso é que quando um bebê nasce pré-maturo, isso significa que ele ainda não completou o tempo mínimo de desenvolvimento necessário. Por isso, a criança pode vim com alguns problemas de saúde e dificuldade para o evolução fora do útero, precisando assim, ser internado.

Segundo o site Babyology, a CNN disse que os pesquisadores “estimam que, em um período de 20 anos, uma média de 25.000 crianças por ano nasceram mais cedo nos Estados Unidos, como resultado de temperaturas quentes”.

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