Gravidez

Karina Bacchi abre o coração e conta detalhes sobre a fertilização in vitro para ter Enrico

A criança completou 1 ano em agosto

Redação Pais&Filhos

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Karina congelou seus óvulos aos 35 anos. (Foto: Reprodução/ Instagram)

Karina congelou seus óvulos aos 35 anos. (Foto: Reprodução/ Instagram)

Em uma conversa descontraída com Thais Fersoza em seu canal no Youtube, Karina Bacchi abriu o coração e contou detalhes sobre a decisão de ter seu filho, Enrico, de 1 ano, fruto de uma fertilização com doador anônimo.

A loira revela que quando estava com 35 anos, fase em que tentava engatar novamente um relacionamento antigo, ainda não pensava em ser mãe. Uma tia obstetra a aconselhou a congelar seus óvulos, já que estava em uma idade ótima para a mulher. Foi o que Karina fez e confessa que foi a melhor decisão de sua vida.

Cinco anos depois, a modelo foi diagnosticada com hidrossalpinge. Um problema nas trompas que consiste no acumulo de água no órgão, causado por alguma inflamação ou infecção. Com isso, foi necessário que Karina retirasse suas trompas, decisão que não foi fácil.

A vontade de construir uma família, fez a loira separar suas prioridades. Seu antigo caso não queria ter outro filho, o que motivou Karina, após conversar com a família e buscar ajuda religiosa, a se separar e ter uma criança sozinha.

A loira escolheu o doador ao se identificar com suas fotos de infância. (Foto: Reprodução/ Instagram)

A loira escolheu o doador ao se identificar com suas fotos de infância. (Foto: Reprodução/ Instagram)

No processo de fertilização, a busca por um doador foi uma passo difícil, devido as informações restritas no Brasil. Assim, Karina Bacchi escolheu fazer em terras brasileiras, mas com uma empresa de doadores estrangeiros.

Ela ainda conta que neste processo ela pôde avaliar as fotos e ver detalhes da saúde dos doadores. Até o momento em que a musa se identificou com as fotos de infância de um dos doadores. “Vi uma criança muito parecida com a criança que eu fui nas fotos de infância do doador. Um olhar feliz, uma criança sorridente e por isso o escolhi.”, conta.