Mãe decide adiar quimioterapia para dar à luz a filha e se recupera: “Faria tudo novamente”

Ellie Whittaker, de 21 anos, estava com 16 semanas de gestação quando recebeu o diagnóstico de câncer e decidiu que iria seguir em frente com a gravidez

Resumo da Notícia

  • Uma mãe moradora de Bolsover, no Reino Unido, precisou enfrentar um dilema pouco tempo depois de descobrir que estava grávida
  • Ellie Whittaker, de 21 anos, estava com 16 semanas de gestação quando recebeu o diagnóstico de câncer
  • Para proteger bebê, porém, a britânica escolheu adiar o tratamento

Uma mãe moradora de Bolsover, no Reino Unido, precisou enfrentar um dilema pouco tempo depois de descobrir que estava grávida. Ellie Whittaker, de 21 anos, estava com 16 semanas de gestação quando recebeu o diagnóstico de câncer. A doença já estava em estágio dois e os médicos indicaram que ela começasse a quimioterapia imediatamente. Para proteger bebê, porém, a britânica escolheu adiar o tratamento.

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A mãe escolheu seguir com a gestação (Foto: Reprodução / Daily Mail / SWNS)

Ellie conta, em entrevista ao Daily Mail, que os médicos desconfiaram de uma amigdalite no início, quando viram o caroço no pescoço e ouviram a queixa da mãe sobre um cansaço constante. Após um exame mais detalhado, entretanto, ficou claro que se tratava de algo bem mais grave. Em outubro de 2019 ela foi diagnosticada com Linfoma de Hodgkin, uma forma de câncer que se desenvolve nos linfonodos do sistema linfático.

Ellie teve um linfoma (Foto: Reprodução / Daily Mail / SWNS)

Para iniciar a paciente na quimioterapia imediatamente, os médicos sugeriram um aborto. Segundo eles, o tratamento poderia prejudicar o feto que ainda estava nas fases iniciais de desenvolvimento. Ellie explica que não considerou a possibilidade, já que havia perdido um “Não havia nenhuma chance neste planeta de eu abortar meu bebê”, disse.”Parei de pensar no câncer e me concentrei em minha filha, mal podia esperar para ser mãe. Não me arrependo de minha decisão e faria a mesma coisa novamente”, completou.

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Com certeza valeu a pena esperar. Ellie deu às boas-vindas a Connie no dia 18 de março deste ano, por meio de uma cesariana. A felicidade do nascimento da filha veio acompanhada de uma dura notícia: o câncer havia avançado e estava no estágio três. Assim, logo após o parto a britânica deu início as sessões de quimioterapia.

Connie nasceu em março (Foto: Reprodução / Daily Mail / SWNS)

A história tem final feliz. Na quarta rodada do tratamento Ellie descobriu que estava se recuperando e podia parar de tomar os remédios. Em setembro, ela concluiu todo o tratamento e não deu sinais de que o câncer poderia retornar. Agora, a mãe pode se dedicar totalmente a filha, de novo.

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