Mãe relata “desespero” ao saber que daria à luz bebê sem cérebro totalmente desenvolvido

Julie contou ao portal The Mirror sobre o desespero que sentiu ao ouvir dos médicos que daria à luz ao filho sem que ele tivesse o cérebro totalmente desenvolvido

Resumo da Notícia

  • Uma mãe relatou ao portal The Mirror o desespero de dar à luz ao filho prematuro
  • Isso porque Sonny nasceria sem que seu cérebro estivesse totalmente desenvolvido
  • Julie deu detalhes do ocorrido

Uma mãe relatou o desespero de descobrir que daria à luz ao filho prematuro – sem que o cérebro dele estivesse 100% desenvolvido. Julie contou a preocupação que sentiu com o marido para o portal The Mirror. Segundo ela, as preocupações começaram quando ela começou a ter fortes sangramentos.

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“De 24/25 semanas eu estava tendo sangramentos graves”, disse ela. “Isso aconteceu várias vezes e em cada ocasião, entramos no carro e corremos para o hospital. Cada vez eu ficava internado por pelo menos 24 horas para ser monitorado e depois voltava para casa se tudo estivesse bem. Em duas ocasiões, perdi mais de meio litro de sangue, na segunda vez eles decidiram trazer Sonny no início, com 30 semanas de gestação“.

Contudo, por causa do período da gestação que o menino viria ao mundo, a mãe já sabia que o cérebro dele não estaria 100% desenvolvido. Por causa disso, ficou desesperada com o bem estar de seu bebê.

Sonny se recupera bem!
Sonny se recupera bem! (Foto: Reprodução/ The Mirror)

“Foi um grande choque, embora nos tenham dito que esse tipo de coisa poderia acontecer. Fui então colocada em um soro contendo um medicamento que protegeria e desenvolveria o cérebro de Sonny, por ele estar muito cedo”, relembra Julie.

Sonny veio ao mundo sem respirar, e pôde ficar poucos segundos com os pais antes de ser encaminhado para tratamentos especiais. “Alex foi capaz de vê-lo, mas apenas por um segundo, pois ele precisava de cuidados especializados devido a ele não estar respirando quando saiu. Estávamos ambos maravilhados de felicidade por termos nos tornado pais pela primeira vez”.

Julie e o marido ainda lembram como tiveram de esperar três dias para segurar, de fato, o primogênito nos braços. “Foi muito difícil não ser capaz de segurá-lo quando queríamos, mas aquele primeiro aperto foi incrível e o momento em que realmente nos sentimos pais. Como pais que vivem pela primeira vez, é sempre assustador, mas ter um bebê 10 semanas antes é assustador”, finalizou Julia. Demais!