Gravidez

Menino ou menina? Como lidar quando o sexo do bebê não é o que você queria

É normal ficar desapontada, mas podemos olhar de formas diferentes para a situação

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Redação Pais&Filhos

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As sessões de ultrassom podem trazer frustração quando o assunto é o sexo do seu bebê (Foto: Shutterstock)

Perto da sua 20ª semana de gestação, você não escapará da famosa pergunta: “Quer que seja menino ou menina?” É aí que você manda aquela resposta pronta de que só quer saúde, mesmo que esteja torcendo por um sexo em particular. Quando o ultrassom revelar o resultado, pode ser que você se sinta na obrigação de fingir estar extremamente feliz, tendo que esconder a decepção. É um momento que Katherine Asbery, autora de “Mudança de Planos: Vivendo com a Frustração do Gênero” (em tradução livre), conhece muito bem.

Ela esperava que o seu segundo filho fosse uma menina, mas a famosa chance de 50% do seu desejo se tornar realidade trouxe mais um menino para a família. Antes do terceiro filho, ela experimentou algumas técnicas para ter uma menina nessa tentativa. Foi assim que o iogurte para balancear o pH e o banho quente do marido (para alternar os espermas) entraram para a vida de Katherine. Quando descobriu que outro menino estava a caminho, só conseguiu “chorar e chorar e chorar”, conta. “Depois, passei a me sentir culpada”.

Como ela, muitas mulheres terminam a sessão de ultrassom soluçando, mas existem formas de reverter essa situação e ainda ficar animada com o sexo do seu bebê (seja menino ou menina).

Aceite suas emoções 

O primeiro passo para seguir em frente é reconhecer a sua frustração e ser honesta com você mesma, diz Stephan Quentzel, psiquiatra especializado em problemas de gravidez do Centro Médico Mount Sinai Beth Israel, em Nova Iorque. “Pode parecer feio dizer ‘eu queria um menino e não uma menina,’ porque você espera amar o seu filho de qualquer forma,” afirma. Mas é normal que você não fique contente imediatamente. Mas tenha certeza: logo, você vai ficar!

Além disso, não tenha vergonha se, em algum momento, aparecer a tristeza. “Muitas mulheres se sentem na obrigação de secar os olhos, arrumar a maquiagem e forçar um sorriso ao sair da sala de ultrassom”, explica Joyce Venis, enfermeiro psiquiátrico e autor da “Desmitificação da depressão pós-parto” (em tradução livre).

Caso v