“Meu melhor presente de Natal”: mãe descobre gravidez 30 minutos antes do parto

Ally Opfer disse que não chegou a suspeitar da gestação e só procurou o hospital por conta das dores no abdômen

Resumo da Notícia

  • Ally Opfer estava voltando de mais um treino como líder de torcida no dia 21 de dezembro quando começou a sentir cólicas fortes
  • Com um teste de gravidez negativo em mãos e uma barriga reta, a britânica mal podia saber que terminaria o dia com um filho nas mãos.
  • A jovem de 26 anos só concordou que era hora de ir ao médico quando as dores persistiram por mais dois dias

Ally Opfer estava voltando de mais um treino como líder de torcida no dia 21 de dezembro quando começou a sentir cólicas fortes. Com um teste de gravidez negativo em mãos e uma barriga reta, a britânica mal podia imaginar que terminaria o dia com um filho nas mãos.

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Ally não desconfiou da gestação (foto: Reprodução/ the Sun)

Um presente de Natal

A jovem de 26 anos só concordou que era hora de ir ao médico quando as dores persistiram por mais dois dias. Em entrevista ao The Sun, Ally conta que sempre teve a menstruação irregular e jamais imaginou que as contrações que a faziam chorar fossem seu corpo se preparando para o nascimento de um bebê.

“Não sonhei sequer que estava grávida. Sim, as minhas menstruações eram irregulares, mas sempre foram assim. Não tinha engordado, não me sentia cansada nem sentia nenhum movimento estranho”, disse ela.

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Ally não desconfiou da gestação (foto: Reprodução/ the Sun)

Quando chegou no hospital, Ally foi submetida a uma bateria de exames para que os médicos descobrissem a causa misteriosa das dores. A primeira desconfiança da equipe foi um quadro de pedra nos rins, mas logo um dos especialistas alertou a jovem sobre a presença de “uma massa” no abdômen.

A partir daí, o diagnóstico foi certeiro: 38 semanas de gestação e um trabalho de parto em andamento. A equipe decidiu fazer uma cesárea de emergência e o pequeno Oliver deu as boas-vindas ao mundo naquela tarde, pesando 3,175 kg.

“Eles disseram que eu tinha pré-eclâmpsia extremamente grave. Que a minha pressão arterial estava tão alta que estava prestes a ter um ataque cardíaco. Se eu tivesse esperado mais alguns minutos para vir ao hospital, poderia ter morrido”, contou a mãe.

“Segurá-lo nos meus braços mudou a minha vida”

Ally não desconfiou da gestação (foto: Reprodução/ the Sun)

A história aconteceu há quatro anos, e desde então, o final do ano tem um novo significado para Ally. “Ele fez-me a mãe mais feliz do mundo, e todos os Natais são especiais por causa dele. Mas segurá-lo nos meus braços naquele primeiro Natal mudou a minha vida. Foi o melhor presente de Natal que eu não sabia que precisava. O Oliver foi um verdadeiro milagre de Natal”, finalizou.