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Criança

Cinco erros que você comete sem perceber na rotina escolar do seu filho

Controlar obsessivamente e usar tom ameaçador não são atitudes positivas

Nathália Martins

Nathália Martins ,Filha de Sueli e Josias

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A gente sabe que você faz sempre pensando no melhor para o seu filho, mas temos umas dicas (Foto: iStock)

Quando o filho está na escola é normal querer saber desesperadamente tudo que está acontecendo lá. Será que ele se adaptou? Será que está indo bem nas provas? Será que ele está gostando? É normal passar por isso, porém, na hora de ajudar no desenvolvimento escolar, tome cuidado com algumas atitudes capazes de atrapalhá-lo.

Controlar obsessivamente todos os detalhes da rotina escolar
A criança perde a confiança em sua capacidade de realizar tarefas e administrar suas responsabilidades. Também impede a construção da autonomia. Roberta Bento, nossa embaixadora, colunista e mãe de Tais, nos contou que esse controle só é positivo “se for para ajudar a criar a rotina de estudos em casa”.

Unir desempenho a objetivos vagos
Para mudar um hábito ou comportamento, é preciso sentir que está progredindo. Portanto, descarte as metas irreais e dê atenção às pequenas conquistas como, por exemplo, realizar todas as tarefas da semana.

Adotar um tom ameaçador ao falar de alguma disciplina
Frases como “Você não está bem em história, vai ter que estudar muito!” são muito prejudiciais à autoestima da criança. É como se ele já tivesse fracassado antes de tentar. Quando na verdade, você deveria estar desenvolvendo a confiança dele para enfrentar esses pequenos desafios. “O correto é fazer acordos com o filho e colocar como responsabilidade dele cumprir as rotinas de estudos”, contou Roberta.

Focar apenas no resultado numérico
“O ideal é que os pais sempre foquem em elogiar o esforço e mostrar que o objetivo dele na escola seja sempre ser melhor do que ele foi anteriormente”, indica nossa embaixadora. Nota é importante mas é essencial valorizar as demais etapas do processo de aprendizagem. Quanto mais empenho, melhor o resultado final.

Atacar a escola ou um professor por causa de um resultado insatisfatório do filho
Esse comportamento evidencia a falta de confiança na instituição e vira uma abertura para o seu filho justificar a falta de hábito de estudo e preguiça em cumprir tarefas difíceis.

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