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Histórias de Copa: derrota (quase) infinita

E quando parece que a goleada não acaba nunca? Foi o que o Marcus pensou!

Cecília Malavolta e Nathália Martins

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(Foto: Arquivo Pessoal)

O 7 x 1 que levamos da Alemanha foi muito difícil até mesmo para quem não gosta de futebol. A família da Sandra Huertas foi assistir no estádio o confronto entre os países e o seu filho mais novo, Marcus, achou que o estoque de gols dos alemães era quase infinito.

“Sempre foi o sonho do meu marido assistir a um jogo da Copa do Mundo. Em 2014, conseguimos realizar isso em família. Compramos ingressos para a partida da semifinal, Brasil e Alemanha, em Belo Horizonte. Quando contei para os meus filhos a novidade, eles ficaram muito animados, mas o Marcus, que na época tinha 4 anos, não entendeu direito que o jogo que veríamos seria no estádio. No dia do confronto, ele entrou no clima e até pintou o rosto de verde e amarelo! Assim que a goleada começou, ele perguntou em um tom triste: ‘Mãe, a Alemanha vai fazer 11 gols? Isso não vai acabar nunca?’. Eu o consolei e expliquei que isso acontece. Para a nossa sorte, em 2016 fomos à final do futebol das Olimpíadas. E adivinha? Brasil e Alemanha de novo, mas dessa vez ganhamos. Marcus já estava maior e o resultado ajudou a esquecer o 7×1. Foi incrível ver ele vibrando!”

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