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Juiz dá sentença para avô que derrubou a neta de um ano do 11° andar de cruzeiro

A família está desesperada!

Nathalia Lopes

Nathalia Lopes ,Filha de Márcia e Toninho

Menina caiu do 11 andar do cruzeiro (Foto: Reprodução/ The Sun)

Lembra daquele triste acidente envolvendo uma bebê de um ano que escorregou do colo do avô enquanto estavam de férias em um cruzeiro? O caso aconteceu em julho deste ano e Chloe Wiegand acabou não resistindo a queda de 45m de altura.

Acontece que por mais que os pais da menina tenham visto tudo acontecer e prestaram um depoimento dizendo que tudo não se passou de um acidente, como a menina morreu em Porto Rico, toda a investigação foi feita pela polícia local.

E a justiça do país decidiu abrir um inquérito contra Salvatore Anello, ele foi denunciado por negligência e homicídio culposo, quando não há a intenção de matar. Foram meses de sofrimento para a família, tanto pela perda de Chloe, quanto pelo sentimento de culpa que Salvatore estava sentindo.

Chloe tinha 18 meses quando faleceu (Foto: Michael Winkleman/ Fonte: Supplied)

Só que na última terça-feira, 29 de outubro, segundo a revista TIME, O juiz Jimmy Sepulveda, do Tribunal de Investigação de San Juan, pediu a prisão de Anello e fixou a fiança em US $ 80.000. Anello alegou que o avô da menina “expôs a criança ao abismo através de uma janela no 11º andar”.

Salvatore se entregou no mesmo dia, passou a noite na cadeia e depois retornou para os Estados Unidos, onde vai ficar esperando pela próxima audiência, que acontecerá no dia 29 de novembro. Enquanto isso, os pais de Chloe abriram um processo contra a Royal Caribbean por deixarem uma janela aberta na área infantil.

Michael Winkleman, advogado que representa os pais de Chloe, comentou com a TIME sobre como a família está reagindo a cada fase do processo. “Essas acusações criminais estão mergulhando Sal nas feridas abertas dessa família, ainda em luto. Claramente, foi um acidente trágico e o objetivo singular da família permanece para que algo assim nunca aconteça novamente. Se as linhas de cruzeiro simplesmente seguissem as diretrizes de segurança adequadas para as janelas, esse acidente provavelmente nunca teria acontecido”, finaliza.

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