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Rafaela Silva revela que mania engraçada com a bebê da amiga teria alterado o exame toxicológico

Atualmente, a atleta é o maior nome do judô brasileiro

Maria Luiza Cardone

Maria Luiza Cardone ,Filha de Carla e Luiz

Rafaela Silva tem seu exame de doping alterado por motivo muito engraçado (Foto: Reprodução/Instagram)

Rafaela Silva foi pega, recentemente, no doping. O exame realizado na atleta encontrou a substância Fenoterol, que faz parte de um remédio utilizado para contra asma. Em uma coletiva de impressa, no Peru, a judoca revelou uma mania engraçada que poderia alterar o exame.

A campeã explicou que a substância pode ter entrado no seu organismo através de uma brincadeira realizada com a filha de uma amiga do Instituto Reação, clube que ela defende no Rio de Janeiro.

“Não faço uso da substância, não tenho asma, não tenho autorização para fazer uso (do medicamento). Desde quando fiquei sabendo da notícia, minha última competição tinha sido o Gran Prix de Budapeste. De 27 de julho até o Pan, eu fui pensando todos os meus dias o que poderia ter acontecido, e a única coisa que lembro, a única pessoa que fez uso dessa substância foi a Lara, filha da minha amiga que treina no instituto. Eu tenho a mania de dar o nariz pro bebê chupar. Me explicaram que, conforme ela vai chupando meu nariz, eu vou inalando o que ela tá mandando pro meu corpo. Pode ter sido uma das maneiras de chegar ao meu corpo”, revelou.

A atleta comenta que está devastada com o ocorrido. Ela desabafa que nenhum atleta deve passar por isso, contando com todos os obstáculos superados e tempo de vida dedicado.

“Nenhum atleta se prepara para passar por um momento como esse, sempre tive muito cuidado. Estou aqui para dar minha cara à tapa, não tenho nada a esconder, não faço uso de nada. Fiz testes, vi que estou limpa, continuei competindo, tenho outras competições programadas no calendário. (Agora) É continuar treinando e tentar provar minha inocência“, desabafou.

Para finalizar, a judoca comentou um pouco de seus cuidados: “Meus advogados e eu estamos estudando, avaliando a possibilidade de como chegou ao meu corpo. (…) Não tenho nada a esconder, não tomo remédio, bebida alcoólica, não tomo suplementos, só consumo aquelas barrinhas de gel quando indicadas pela nutricionista. Sempre tive cuidado, não pego garrafa de água de ninguém, sempre escrevo algo na minha e deixo trancada na minha mala para ninguém ter acesso. Estou na mira da Wada (Agência Mundial Antidoping) desde 2009, 2010, quando cheguei na seleção brasileira. Sempre entrei sem nenhuma preocupação (nas competições)”.

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